Afirmando que “estamos perante uma realidade completamente nova”, António Branco, reitor da UAlg, presidiu a sessão de abertura, onde falou sobre as preocupações deste novo processo. Na sua opinião, um dos grandes objetivos dos cursos TeSP é “proporcionar aos jovens aprendizagem” adaptando o modo de ensino, mas salienta que “só no ano que vem é que podemos fazer um balanço mais consistente desta experiência”.
Já a pró-reitora Gabriela Schütz apresentou a oferta formativa da UAlg nesta vertente, enaltecendo o contributo das empresas que serão parceiras da instituição algarvia no período de estágio que faz parte do plano curricular dos TeSP.
Para falar sobre a importância destas formações pós-secundárias superiores na região do Algarve, esteve presente António Eusébio, primeiro secretário da AMAL, que acredita que os novos cursos são “uma mais-valia para as regiões” e “vêm complementar um nível intermédio que o país precisa”, aumentando, assim, “a eficiência e a competitividade regional”.
Isabel Conceição, administradora da Hubel, abordou a relevância destes cursos para as empresas, evidenciando que estas necessitam de profissionais com o nível de qualificação que será adquirido através dos TeSP.
A última intervenção esteve a cargo de José Ferreira Gomes, secretário de Estado do Ensino Superior, que apresentou a visão do Governo para os TeSP, garantindo que estes cursos “estão pensados para estar perto da atividade económica, cultural e social de cada região” e que pretendem oferecer aos jovens do ensino secundário profissional “a oportunidade de repensar o seu percurso educativo.” Ainda relativamente aos TeSP, o secretário de Estado afirmou que são “cursos muito pragmáticos, mas que rapidamente entram numa área de «saber fazer».