Cerca de 10 por cento das casas compradas no Algarve no primeiro trimestre estiveram anunciadas no idealista menos de uma semana.
Já 11 por cento esteve no mercado entre duas semanas e um mês, 19 por cento entre um e três meses, 46 por cento entre três meses e um ano e 14 por cento mais de um ano, segundo uma análise de dados publicada pelo idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa.
Analisando as «vendas expresso», ou seja, imóveis residenciais que se vendem em menos de uma semana, tendo em conta o tempo de permanência dos anúncios, por capitais de distrito, é em Faro que se encontra uma maior percentagem, com 33 por cento das casas são vendidas nesse período.
Seguem-se Portalegre (25 por cento), Porto (15 por cento), Braga (14 por cento), Évora (14 por cento), Setúbal (14 por cento), Vila Real (14 por cento), Castelo Branco (13 por cento), Coimbra (11 por cento) e Leiria (11 por cento).
Abaixo da média nacional, encontram-se Lisboa (10 por cento), Viana do Castelo (10 por cento), Ponta Delgada (9 por cento), Santarém (9 por cento) e Funchal (8 por cento).
A capital de distrito onde se registou menos «vendas expresso» foi Viseu (3 por cento). Em Aveiro e Beja, apenas 7 por cento das transações se realizaram em menos de sete dias no primeiro trimestre. Já em Bragança e Guarda, nenhuma casa foi vendida nesse período.
Vender a casa rápido: Porto em primeiro lugar
Em relação aos distritos, o mercado comporta-se de outra forma. Foi no distrito do Porto (16 por cento) onde mais casas foram vendidas em menos de uma semana durante os primeiros três meses do ano. Seguem-se Braga (14 por cento), Castelo Branco (11 por cento), Aveiro (10 por cento), Lisboa (10 por cento), Vila Real (10 por cento), Faro (10 por cento), Viana do Castelo (9 por cento), Guarda (9 por cento), Coimbra (9 por cento), ilha da Madeira (8 por cento), Setúbal (8 por cento), Leiria (8 por cento) e Évora (8 por cento).
Por outro lado, é em Viseu onde esta percentagem de vendas rápidas de casas é menor, de apenas 4 por cento. Seguem-se Beja (5 por cento), Santarém (6 por cento), ilha de São Miguel (7 por cento) e Portalegre (7 por cento). No distrito de Bragança, nenhuma casa foi vendida em menos de uma semana.
Foto: Bruno Filipe Pires