Elidérico Viegas lidera uma lista à AHETA composta, exclusivamente, por empreendedores sedeados no Algarve.
No seguimento do ato eleitoral para os órgãos dirigentes da AHETA, agendado para o próximo dia 21 de Janeiro, Elidérico Viegas encabeça «uma lista de empreendedores hoteleiros e turísticos do Algarve, representativos dos vários interesses empresariais em todo o espaço regional, desde Vila Real de Santo António até Lagos e Sagres, dando assim expressão à representatividade da associação».
- ASSEMBLEIA GERAL
- Presidente: V. Vitória, Ldª. (Hotel Água Marinha) – Vítor Manuel Clemente da Silva
- Vice-presidente: Polvilha Sucesso, Ldª. (Grupo MGM Muthu Hotels) – Nuno Alexandre Taveira Pereira Vieira Jorge
- Secretário: AJ Cabrita-Hotelaria, Ldª (Apartamentos Turial) – Florival de Sousa Palma
- DIREÇÃO
- Presidente: Hotéis Belver, Sociedade de Gestão Hoteleira, Ldª (Hotéis Boavista e Aldeia) – Elidérico José Gomes Viegas
- Vice-presidente: Details-Hotels & Resorts, SA (Hotéis Califórnia, Velamar, Quinta Pedra dos Bicos, Vale da Lapa) – João Carlos Rodrigues Costa
- Vice-presidente: Lutz-Explorações Hoteleiras. Ldª (Vila Valverde Design & Country Hotel) – Luís Alexandre Cristo Tavares
- Vice-presidente: N & L Hotéis, Ldª (Hotel Apolo) – Luís Miguel Lares da Costa Vasques
- Vice-presidente: Grand Algarve, Ldª. (Hotel Grand House) – Nídia Soares de Oliveira Martins Magalhães
- Vice-presidente: Glamourfutur hotels, Ldª (Aparthotel Carvoeiro) – Bruno Miguel de Duarte e Fragoso
- Vice-presidente: Algarosa-Sociedade Gestora de Hotéis, Ldª. (Aldeamento Turístico Alfagar) – Catherine Christine Boute
- Vice-presidente: Algarvelux – Construções e Empreendimentos, SA (Castro Marim Golfe) – David Martins
- Vice-presidente: DHJ Lagos, Ldª (Hotel Lagosmar) – Carlos Alberto Esteves Pires
- CONSELHO FISCAL
O programa de ação, cujo lema é «Assegurar o Presente, Garantir o Futuro», enviado a todos os associados, integra ainda o hoteleiro Vítor Clemente como Presidente da Assembleia Geral e Amadeu Rodrigues como Presidente do Conselho Fiscal.
Os órgãos sociais que integram a Lista A irão, no essencial, caso sejam eleitos, «prosseguir uma estratégia que tem no horizonte o reforço da AHETA, enquanto estrutura associativa forte e dinâmica, e em que todos continuem a rever-se e a participar ativamente, ao invés de subserviências e dependências de centralismos de Lisboa, protagonizadas pelos candidatos da outra lista concorrente».
«Este grupo de trabalho está comprometido com ideias e programas com significado e sentido turístico e empresarial, conforme resulta do Programa de Ação. A AHETA quer continuar a ser cada vez mais o ponto de encontro dos empresários do sector no Algarve, recusando ser uma estrutura ao serviço apenas de alguns, independentemente da legitimidade dos seus interesses.
A AHETA deve, assim, continuar a empenhar-se ativamente na construção de uma abordagem positiva do turismo do Algarve, tendo no horizonte a salvaguarda dos interesses empresariais da atividade turística, inovando na sua capacidade de intervenção, sem deixar de prosseguir uma estratégia que contribuiu para a afirmação e reconhecimento público e institucional da associação», explica a Lista A.
«Estão neste caso, entre outros aspectos, a celebração de Convenções Coletivas de Trabalho, a prestação de serviços de apoio aos associados em matéria jurídico laboral, o acompanhamento da evolução do sector na região e nos mercados turísticos internacionais concorrentes» entre outros temas.
«A importância quantitativa e qualitativa do turismo da região, no presente e no futuro, passa pela inversão de um processo que não tem reconhecido as realidades da oferta e dos mercados turísticos algarvios, traduzido em políticas muitas vezes erradas e com resultados perversos, entre os quais destacamos o ancestral tratamento de desfavor dado à região em matéria de investimento público, cujo exemplo mais marcante é a não construção do novo Hospital Central do Algarve».
«Temos propostas concretas e estamos disponíveis para participar, ativamente, nos diversos fóruns onde a AHETA se encontra representada, nomeadamente na Região de Turismo, Comissão de Coordenação Regional, Associação Turismo do Algarve, para citar apenas alguns exemplos, incluindo o relacionamento institucional ao mais alto nível da governação. O Algarve é a região portuguesa mais afetada economicamente pela pandemia, atendendo à forte implantação do sector turístico na vida e na sociedade regionais, carecendo, por isso mesmo, de medidas de discriminação positiva tendentes a garantir a sobrevivência da Indústria Turística e da região como destino turístico», diz ainda a Lista A em nota enviada às redações.
«Esta situação causou um impasse preocupante nas pequenas e médias empresas da nossa Região, onde se integram a generalidade dos empreendimentos turísticos, cujos investimentos e operação se encontram particularmente expostos e por isso dependentes do recurso sistemático a financiamento através de crédito bancário. O que mais sobressai, no atual contexto, é a aprovação de um Plano Específico para Apoiar a Recuperar o Turismo do Algarve, com dotação e meios financeiros próprios, de acordo com o anunciado pelo atual governo na Assembleia da República, mas que vem aguardando melhores dias».
Em termos associativos, «estamos empenhados na criação de uma plataforma associativa única regional, em oposição a uma estratégia associativa centralista, visando afirmar o Algarve e os interesses empresariais da maior e mais importante região turística portuguesa, quer a nível regional, quer a nível nacional e internacional, dando seguimento às conversações em curso com outras organizações associativas regionais do sector nesta matéria».