O projeto Renature Monchique, ativo desde 2019, avança para o seu sexto ano de reflorestação das áreas ardidas nos incêndios de 2018, reforçado por um apoio financeiro de 400 mil euros da Ryanair.
Com o objetivo de restaurar a biodiversidade e proteger o carvalho-de-monchique, uma espécie classificada como «criticamente em perigo» na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental, o projeto projeta plantar mais 125 mil árvores autóctones na serra daquele concelho algarvio.
O relançamento será assinalado na quinta-feira, dia 7 de novembro, com uma conferência de imprensa no topo da Fóia, o ponto mais elevado da serra de Monchique, que contará com a presença dos parceiros envolvidos.
«Vamos apresentar os progressos alcançados e estabelecer as metas para esta nova fase», explica Paulo Alves, presidente do município de Monchique, que iniciará as intervenções.
O projeto Renature Monchique é desenvolvido em parceria entre o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), Ryanair, Turismo do Algarve, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e Câmara Municipal de Monchique.
Rogério Ivan Rodrigues, do GEOTA, realça a importância de «uma colaboração contínua para recuperar as áreas degradadas e proteger o ecossistema local».
Já Elena Cabrera, representante da Ryanair, salientou que a companhia aérea está «comprometida com o desenvolvimento sustentável na região»
Após o evento, os jornalistas presentes são convidados para um almoço no restaurante Jardim das Oliveiras, em Monchique, onde terão a oportunidade de aprofundar os objetivos da reflorestação e os desafios da conservação em Monchique.
O evento começa às 11h00 com uma intervenção de boas-vindas a cargo do autarca Paulo Alves. Em seguida, Rogério Ivan Rodrigues, do GEOTA, tomará a palavra, seguido de Elena Cabrera, representante da Ryanair, que sublinhará o compromisso da companhia com o projeto. André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, e Castelão Rodrigues, responsável no Algarve do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), também irão intervir.
