Portugal tem uma situação dificílima, o que não constitui surpresa para a maior parte dos portugueses.
Soluções? Para atenuar e ir resolvendo o grave problema dos resultados negativos acumulados, há muitas teorias. Porém, na realidade, só conhecemos um caminho, o qual se relaciona com o crescimento da economia.
Os economistas utilizam o chavão do crescimento sustentado, outros com a experiência e a vivência da vida, dirão, desenvolvimento harmonizado.
Parece-nos, salvo melhor opinião, que é o que se vem assistindo, há vários trimestres. Ou seja, durante este período de cerca de cinquenta meses, tem havido crescimento. Se existem países que têm crescido mais, também existem os que têm crescido menos. Então podemos questionar se valerá a pena arriscar agora, uma mudança?
Sinceramente, parece-nos que o momento exige mais responsabilidade e menos retórica, em especial quando a velha Europa está a ser pressionada por fenómenos novos, que podem colocar em causa o equilíbrio existente.
Parece-nos que, o problema dos refugiados pode alterar todo o tecido económico/ social da vida dos europeus. Qualquer governo terá de ter essa realidade presente.
Então, qual a força política a quem devemos confiar o voto, a fim de saber encontrar os caminhos mais adequados à atual situação? Essa resposta, todos devem procurá-la de forma consciente, sem pressões e em total liberdade.
Opinião de Carlos Bicheiro, mandatário da lista de Coligação PSD/CDS.