Até 30 de setembro, para dar resposta proativa a possíveis incêndios, a autarquia de Loulé reúne periodicamente com os dispositivos de segurança.
A Câmara Municipal de Loulé está a promover, desde o início do mês de julho, reuniões periódicas com todos os elementos que fazem parte do dispositivo operacional, no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios de 2023, tendo como principal objetivo a interligação permanente e a partilha de informação e monitorização durante o chamado «Nível Delta», entre 1 de julho a 30 de setembro.
Trata-se de uma diretiva nacional e que, a nível local, é liderada pela autarquia, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, contando com a presença das entidades como a Guarda Nacional Republicana (GNR) com o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS), Bombeiros Municipais de Loulé, Equipa Municipal de Intervenção Florestal, Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão (APFSC), Exército Português, o representante das associações e clubes de caça do concelho, Juntas de Freguesia e as unidades orgânicas da Câmara Municipal com intervenção nesta matéria.
Conforme os anos transatos, estas reuniões de carácter operacional para acompanhar a fase crítica dos incêndios, serão realizadas quinzenalmente
Através desta iniciativa, o município pretende dar uma resposta mais eficiente e proativa a eventuais focos de incêndios, por forma a evitar a sua propagação neste território.
Recorde-se que, no verão do ano passado, o incêndio iniciado a 12 de julho perto do campus de Gambelas da Universidade do Algarve, alastrou para a Quinta do Lago, concelho de Loulé, juntou centenas de operacionais, meios aéreos e máquinas de rasto, obrigando mesmo várias pessoas a sair de casa, tal como o barlavento noticiou.