Jorge Graça apresenta, em Loulé, a exposição «Petricor», realizada no âmbito da Bienal’23 Fotografia do Porto.
Jorge Graça apresenta a Exposição «Petricor», que nasce no âmbito do Projeto Sustentar, a partir de sábado, 7 de outubro, na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé.
O projeto do artista deriva de um lugar de escuta, empatia e proximidade com a paisagem natural de Loulé.
Partindo de um olhar arqueológico que identifica saberes e tradições ancestrais, «Petricor» evoca a premência da preservação de ecossistemas ameaçados e da implementação de processos regenerativos que assegurem um uso sustentável desse recurso vital e finito: a água.
«Petricor» deriva da palavra grega «petra» (pedra) e «ichor» que, na mitologia grega, é o líquido que corre nas veias dos deuses. O termo foi criado por cientistas para descrever o aroma que deriva de um óleo produzido por certas plantas durante períodos de seca e absorvido pela terra e por pedras argilosas.
Durante a chuva, o óleo evola-se no ar produzindo um odor característico. Acreditam que o Homem aprecia o cheiro da chuva porque os seus ancestrais dependeram dela para sobreviver.
A exposição «Petricor» resulta do trabalho desenvolvido no âmbito do laboratório de criação Sustentar / Geoparque, em parceria com a Câmara Municipal de Loulé, no âmbito da Bienal’23 Fotografia do Porto.
A inauguração está marcada para esta sexta-feira, 6 de outubro, pelas 18h00.
A exposição pode ser visitada até 4 novembro, de terça-feira a sábado, das 10h00 às13h30 e das 14h30 às 18h00.