O Bloco de Esquerda (BE) Algarve exige reforço do financiamento do Programa de Apoio Sustentado às Artes.
O secretariado da Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda (BE) Algarve reuniu com a ACTA, a única companhia profissional sediada no Algarve onde há mais de 20 anos, vem não só assegurando a programação do Teatro Lethes, em Faro, como um importante serviço educativo, o VATe.
A ausência de financiamento da ACTA – A companhia de teatro do Algarve no concurso da Direção-Geral das Artes (DGArtes), «originou já a dispensa de dois trabalhadores, havendo mais dez trabalhadores em risco. A Companhia de Teatro do Algarve fechará as portas se não for conseguida a verba necessária para manter a atividade durante os próximos quatro anos e tal, será uma verdadeira catástrofe para as Atividades Culturais do Algarve e para a cidade de Faro», alerta o BE.
O partido «apela à união de todas as forças vivas e das cidadãs e cidadãos, em defesa da ACTA e das instituições, que apesar de cumprirem os requisitos para a atribuição do respetivo financiamento, não foram contempladas».
O BE, que apoia o movimento um por cento para a cultura, desde a primeira hora, «reafirma o seu empenho na defesa do financiamento regular e previsível das Atividades Culturais e dos seus agentes. Neste momento grave, expressa a sua solidariedade com as instituições que tanto têm contribuído para produção cultural e a sua divulgação no Algarve»: Folha de Medronho – Associação de Artes Performativas; Mãozorra Associação Cultural; JAT – Colectivo Janela Aberta Teatro – Associação Cultural, da Corpodehoje – Associação Cultural e da ACTA – Companhia de Teatro do Algarve.
O BE Algarve «não aceita esta ausência de financiamento da DGArtes e exige reforço do financiamento do Programa de Apoio Sustentado às Artes. É difícil imaginar o Algarve sem a possibilidade de desenvolver cultura, este é o momento de todas e todos assumirmos um compromisso cultural no Algarve».