A AORCA apresenta a nova criação da coreógrafa Maria Ferreira Silva, intitulada «Azul ou Sobre a Força do Emaranhado».
Este espetáculo conta com a participação das artistas Sofia Brito, Sara Martins e Susana Vilar, e terá a sua estreia nacional no dia 18 de outubro, no Centro Cultural de Lagos.
A estreia contará com duas sessões no mesmo dia: a primeira às 15h00, dirigida tanto ao público escolar quanto ao público geral, e a segunda às 21h00, destinada ao público em geral.
Após a estreia, o espetáculo será apresentado no Teatro das Figuras, em Faro, no dia 10 de abril de 2025, às 21h00.
Segundo se lê na sinopse, «De que forma estão estes corpos unidos? O que nutre, desafia e compromete a sua união? Até onde é possível a escolha desta união? Estas são questões que habitam este trabalho onde o coletivo emerge da força do singular».
Assim, «Azul ou sobre a força do emaranhado» é uma peça de dança para três intérpretes e um desenhador de luz que «propõe abordar questões ontológicas da relação entre seres e matéria através de práticas de corpo. Centrada em metodologias de escuta e sensoriais, a peça convida a formação de um diálogo entre performers, espaço e público, através de uma dança onde se abrem questões sobre formas de cooperação, interdependência, resistência, rotura, valorizando a voz do singular e da diferença como ferramenta de integridade do grupo».
O espetáculo «Azul ou Sobre a força do emaranhado», coreografado por Maria Ferreira Silva, tem uma duração de 60 minutos e é indicado para maiores de 14 anos.
Os bilhetes podem ser adquiridos diretamente na bilheteira do Centro Cultural de Lagos ou nas plataformas online como a BOL e FNAC.
Para reservas de grupos escolares, é necessário enviar um pedido por e-mail ([email protected]).
A interpretação está a cargo de Sofia Brito, Sara Martins e Susana Vilar, com direção artística de Maria Ferreira Silva, sonoplastia de Gasper Piano e desenho de Luz de Filipe Pereira.
Sobre a AORCA
A Associação AORCA foi criada para enquadrar e estruturar a criação artística da artista fundadora Sofia Brito, apoiar e estimular a criação em dança contemporânea e artes associadas na região e criar pontes entre artistas e comunidades. Socialmente a sua fundação foi também inspirada pela ameaça que se vivia no Algarve, com a potencial exploração petrolífera na costa de Aljezur em 2017, ao reconhecemos a falta de sensibilização ecológica junto dos jovens e escolas.
Unindo estas duas necessidades nasceu a visão e missão de estimular a criação artística contemporânea com valores de regeneração ambiental e social. A AORCA é assim uma estrutura de criação artística visionária para a sensibilização à observação crítica e informada da atualidade, o empoderamento à liberdade de pensamento, estimulando o poder cívico e dinamizando a criatividade pessoal e cooperação. A associação aspira criar um movimento participativo juvenil.
As atividades que desenvolvidas visam a sensibilização para a cidadania global, Educação para o Desenvolvimento Sustentável, ou seja, a arte na educação enquanto motor de transformação social no sentido da prevenção e do combate às desigualdades sociais, do combate à discriminação, da promoção do bem comum, da inclusão, da interculturalidade, da justiça social, da sustentabilidade, da solidariedade e da paz, tanto a nível local como a nível global.
A AORCA é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção – Geral das Artes e Câmara Municipal de Lagos.

