Ao longo dos próximos meses, estão previstas «intervenções na zona frontal do terminal» do Aeroporto de Faro, entretanto «já devidamente delimitada, e na implantação de pilares de reforço na estrutura», segundo explicou ao «barlavento», Rui Schönenberger de Oliveira.
De acordo com o responsável pelas relações da imprensa da ANA Aeroportos de Portugal – concessionados à francesa Vinci Airports por um período de 50 anos – as zonas destinadas ao fluxo de passageiros (drop in/ drop out) «não terão qualquer alteração para os operadores» de serviços como transfers. «Apenas serão utilizadas áreas diferentes, segundo a fase de obra». Rui de Oliveira garante que «será mantido todo o conforto e segurança dos passageiros, com circuitos alternativos» no terminal. Nos «picos de procura», admite que surjam «dificuldades». Mas «estamos relativamente tranquilos. Temos uma equipa pluridisciplinar a acompanhar em detalhe as implicações diárias e horárias da operação».
A obra, a cargo da Mota Engil, é orçada em 32,8 milhões de euros e deverá estar concluída em março de 2017. O plano prevê a criação de mais áreas operacionais e de mais área pública, bem como a revitalização e a ampliação da área comercial. A aerogare passará de 81 200 para 93 120 metros quadrados. O Aeroporto de Faro ficará assim preparado para um fluxo de três mil passageiros por hora, em cada sentido.