Nuno Júdice «soube como poucos retratar a essência e a alma desta região que o viu nascer. O seu legado poético é um testemunho imortal das paisagens e das histórias nas vielas algarvias», aponta a autarquia.
«É com profundo pesar que a Câmara Municipal de Faro recebe a notícia do falecimento do eminente poeta português Nuno Júdice, ocorrido no dia 17 de março de 2024. A sua partida deixa uma lacuna irremediável não apenas na literatura nacional, mas também no coração de todos aqueles que reconhecem e apreciam a grandiosidade da sua obra», começa por ler-se na nota de pesar enviada pelo município à redação do barlavento.
Nuno Júdice, filho do Algarve, «soube como poucos retratar a essência e a alma desta região que o viu nascer. O seu legado poético é um testemunho imortal das paisagens e das histórias entrelaçadas nas vielas algarvias. Com versos que ecoam, Júdice elevou a beleza e a singularidade desta região que tão profundamente o inspirou», aponta a autarquia.
Ao longo da sua vida, Nuno Júdice «não apenas honrou as suas raízes algarvias nas páginas dos seus livros, mas também contribuiu de forma incansável para projetos culturais que enriqueceram a vida de Faro. Com um espírito generoso, dedicou-se a iniciativas que promoveram a literatura, a arte e a cultura, deixando um legado que perdurará por gerações», acrescenta a nota.
«O poeta Nuno Júdice será sempre recordado como um mestre das palavras. Que a sua memória perdure como um farol, guiando-nos nas veredas da arte e da cultura, mantendo viva a chama da sua inspiração em cada verso, em cada página», garante o município de Faro.
«Neste momento de dor e saudade, o município presta a sua homenagem a Nuno Júdice, expressando profundos sentimentos de pesar à sua família, amigos e a todos aqueles que reconhecem na sua obra um tesouro inestimável».
«Que a luz das suas estrofes continue a iluminar o nosso caminho, perpetuando a sua presença entre nós», conclui o mesmo documento.