Villares Pires nasceu no Porto mas era residente em Silves.
O município de Silves emitiu ontem, quarta-feira, dia 13 de abril, uma nota onde manifesta o seu «profundo pesar» pelo falecimento do pintor e escultor António Villares Pires, aos 70 anos de idade.
Natural do Porto, mas residente em Silves, cidade onde também está sediado o seu ateliê Templo do Templo, nos antigos armazéns da Estação da CP, o artista deixa uma vasta obra em cidades como Faro, Porto e Évora, e em coleções particulares, não só em Portugal mas também no Brasil, Espanha, Venezuela e Alemanha.
Do seu percurso, destaque para o seu importante papel enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
Foi professor na Escola Superior de Arte e Design (ESAD) de Matosinhos e Diretor Artístico do I Simposium da Pedra, encontro internacional de escultura figurativa em pedra que reuniu em Silves, em 2015, escultores de sete países.
Segundo a Câmara Municipal, Villares Pires «deixa um vasto legado de obras que perpetuarão a sua memória». O município «apresenta à família e aos amigos as mais sentidas condolências», subscritas por toda a equipa do barlavento.