Numa primeira informação avançada ao «barlavento», fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), confirmou «uma explosão de gás», cujo alerta foi dado às 21h23.
Para o local foram, de imediato, os Bombeiros Voluntários de Portimão e a Polícia de Segurança Pública (PSP), «com seis veículos e um total de 14 operacionais», segundo a mesma fonte em declarações ao «barlavento», minutos após o incidente. No local, esteve ainda uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), de prevenção a eventuais feridos resultantes da explosão.
Um troço daquela rua foi vedado ao trânsito pela PSP, para garantir a segurança de quem passava junto ao prédio, que fica em frente à rotunda das «conserveiras» e a dezenas de metros do Museu de Portimão.
O «barlavento» apurou junto do vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, Joaquim Castelão Rodrigues, que também foi de imediato para o local, que afinal o aparato deveu-se «ao rebentamento de uma panela de pressão, não tendo havido feridos, porque não estava ninguém naquela divisão da casa».
Ainda assim os restantes habitantes não ganharam para o susto, bem como os vizinhos dos prédios mais próximos, que rapidamente se juntaram na rua para perceber o que se teria passado. «Ouvi um estrondo muito forte e pensei que tivesse sido uma explosão, mas pelo que já sei foi uma panela de pressão, que rebentou na casa da vizinha do segundo andar e partiu a chaminé (exaustor) e o fogão», contou uma das residentes no prédio.
Após os Bombeiros terem verificado os estragos e garantido que não haveria qualquer fuga de gás, na sequência do incidente, os residentes puderam voltar às suas casas.