Maria Esther Ollivier, doutoranda em Ciências do Mar, da Terra e do Ambiente, foi a grande vencedora da segunda edição do concurso «Três Minutos de Tese (3MT-UAlg)».
A apresentação pública das 18 candidaturas selecionadas na primeira fase realizou-se no sábado, dia 5 de abril, às 14h00, no anfiteatro 1.5 do Complexo Pedagógico do Campus da Penha, em Faro.
Com o título «Toward Coastal Lagoon Sustainability: Conneting Science and Society», a vencedora vai receber um prémio pecuniário no valor de quatro mil euros.
Já o segundo classificado, que receberá dois mil euros, foi Fábio Gonçalves, estudante do doutoramento em Psicologia, com o título «I wonder why we wander: How mind-wandering affects reading in children».
O concurso «Três Minutos de Tese» (3MT-UAlg) foi criado com o objetivo de estimular competências de comunicação de ciência dos doutorandos e futuros cientistas e, simultaneamente, promover a cultura científica e a interdisciplinaridade, permitindo ao público não especialista o acesso à investigação mais recente produzida na Universidade do Algarve (UAlg).
Criado originalmente pela Universidade de Queensland, na Austrália, este concurso dividiu-se em duas fases distintas.
A primeira consistiu na seleção dos finalistas, através da submissão de um vídeo com a sua comunicação, com a duração máxima de três minutos, e um documento em formato .pdf de um único diapositivo.
A segunda fase foi composta por uma apresentação oral dos finalistas perante o júri e o público sobre a importância e o impacto da investigação do candidato.
As 30 candidaturas apresentadas abrangeram as seguintes áreas: Ciências Sociais; Artes e Humanidades; Ciências Médicas e da Saúde; Engenharias e Tecnologias; e Ciências Naturais.
Nesta segunda edição, o júri foi composto pelos docentes Cátia Martins (Faculdade de Ciências Humanas e Sociais); Célia Gonçalves (investigadora do Centro Interdisciplinar de Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano); Jaime Aníbal (Instituto Superior de Engenharia); Leonor Cancela (Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas); Pedro Correia (Faculdade de Ciências e Tecnologia) e por Marta Duarte, jornalista da Agência Lusa.
