Junta de Freguesia de Budens leva atendimento às aldeias para ouvir fregueses, prestar esclarecimentos e identificar problemas diretamente no terreno.
A autarquia do concelho de Lagos vai iniciar, em fevereiro, o projeto «A Junta nas Aldeias», uma iniciativa de proximidade que pretende reforçar o contacto direto com a população, que leva o atendimento da autarquia às várias localidades da freguesia.
Integrado na estratégia de uma eco-freguesia mais próxima, sustentável e atenta às pessoas, o projeto visa facilitar o acesso dos fregueses aos serviços da Junta, reduzir deslocações e permitir uma escuta mais próxima das necessidades de cada aldeia.
Todas as quintas-feiras, a presidente da Junta, Ana Custódio, acompanhada por uma funcionária, estará presente numa aldeia diferente, em local central e de fácil acesso, para ouvir os fregueses, prestar esclarecimentos, recolher preocupações, sinalizar situações no terreno e encaminhar soluções junto das entidades competentes.
«Esta é uma iniciativa pensada nas pessoas, sobretudo naquelas que têm mais dificuldade em deslocar-se à sede da freguesia. Queremos estar onde as pessoas estão, ouvir com tempo, perceber os problemas no local e ajudar a encontrar respostas», afirmou a presidente da Junta.
Ana Custódio sublinhou ainda que «uma Junta de Freguesia não pode ser apenas um edifício. Tem de ser presença, escuta e proximidade. Este projeto nasce dessa convicção e do compromisso com uma freguesia mais coesa e mais humana».
O projeto segue uma calendarização fixa, permitindo que os fregueses saibam antecipadamente quando a Junta estará na sua localidade. A primeira quinta-feira do mês será em Vale de Boi, a segunda em Salema, a terceira no Burgau e a quarta na Figueira.
Em fevereiro, o atendimento decorre a 5 de fevereiro em Vale de Boi, no Largo da Igreja, a 12 de fevereiro em Salema, junto à Lota, a 19 de fevereiro no Burgau, na paragem do autocarro, e a 26 de fevereiro na Figueira, também na paragem do autocarro.
O atendimento realiza-se entre as 10h00 e as 11h00, junto à carrinha da Junta, num formato informal e acessível.
O executivo esclarece que este atendimento de proximidade se destina a ouvir, informar, sinalizar e encaminhar situações, não substituindo serviços administrativos ou procedimentos que devam ser tratados noutras entidades. Ainda assim, considera que muitos problemas do dia a dia podem ser identificados mais rapidamente através desta presença regular no terreno.
Este projeto «reforça o compromisso com uma governação local próxima, sustentável e centrada nas pessoas, e valoriza o contacto humano como ponto de partida para melhores respostas comunitárias», diz a autarquia em nota enviada às redações.