Os hábitos de poupança foram durante décadas uma característica bem vincada das famílias portuguesas. A partir dos anos 90, com o fácil acesso ao crédito e um boom no incentivo ao consumo, o panorama de poupança modificou-se radicalmente tendo atingido 6,9% de taxa de poupança em 2014, valor mínimo record nos últimos 20 anos.
Ciente do seu papel informativo e educativo junto de clientes e população envolvente, a AXA, através dos seus agentes exclusivos tem vindo a desenvolver uma série de conferências em todo o país, assinalando o Dia Mundial da Poupança, alertando os seus clientes para a necessidade de disciplinar gastos e de amealhar poupança, de forma a evitar situações de sobreendividamento.
O regresso à Poupança?
A degradação salarial das famílias, o aumento da carga fiscal, o desemprego de um ou mais elementos do agregado familiar, associado a responsabilidades de crédito que já não têm correspondência face ao rendimento inicial, foram os principais fatores que afetaram dramaticamente muitas familias portuguesas. E embora muitas estivessem a cumprir com os seus encargos tinham um nível de endividamento grande, mas esperavam sempre uma melhoria no futuro e um regresso a uma situação financeiramente mais confortável. Essa mentalidade parece estar a desaparecer e verifica-se que existe uma reformulação da forma de estar no consumo, com uma visão mais próxima da realidade e da necessidade de prevenir o futuro. O desmembrar aparente do Estado Social e o sentimento de incerteza em relação ao futuro exige um redesenhar da economia familiar de uma forma diferente, com uma visão de gestão de futuro, onde o desenvolvimento de hábitos de poupança periódica e regular é essencial. Neste aspecto, poderemos considerar que a crise talvez tenha tido um papel positivo no que respeita à adoção de comportamentos de consumo mais saudáveis, sensatos e equilibrados.
A atual redução do rendimento disponível não deve ser um elemento desincentivador da poupança, bem pelo contrário, antes deverá conduzir a uma gestão mais eficaz do orçamento familiar e a uma disciplina de afetação do rendimento para esse efeito. Da mesma forma, numa conjuntura adversa, tornam-se ainda mais relevantes as preocupações com os riscos diários que colocam em questão o rendimento futuro das famílias.
Soluções para todos os perfis de aforrador
A EPV SEGUROS – Mediação de Seguros Lda, nas pessoas dos seus Sócios Gerentes, Paulo Novais e Elisabete Alves, agente exclusivo AXA (Portimão) responsáveis pela conferência realizada no dia 30 de outubro, referem: «No atual contexto social e económico de incerteza, acautelar o futuro assume particular importância – seja a nivel de complementar uma reforma, ou prevenir situações inesperadas como uma doença, um acidente, uma situação familiar ou profissional imprevisível, o futuro académico dos filhos ou simplesmente rentabilizar da melhor forma ativos próprios. Num momento em que o próprio setor bancário se encontra em convulsão, as seguradoras constituem uma das melhores opções em termos de alternativas de aforro. A AXA disponibiliza soluções muito diversificadas, que vão ao encontro das necessidades de poupança e segurança dos clientes, seja qual for o seu perfil de aforrador – seja mais conservador, moderado, ou mais dinâmico».
«Como a AXA disponibiliza diferentes tipos de produtos, adequados a distintos perfis de investimento, quisémos que esta Conferência AXA se debruçasse especialmente sobre este tema, caracterizandos os diversos produtos disponíveis – sejam soluções de capitalização, Produtos Estruturados ou Fundos de Investimento, relacionando-os com cada perfil de investidor. Consideramos que esta é sem dúvida a melhor forma de os nossos clientes puderem tomar decisões informadas e as mais adequadas às suas necessidades pessoais, e é nossa responsabilidade transmitir essa informação e honrar o nosso compromisso de apoiar, informar e contribuir para uma literacia financeira cada vez mais adequada aos desafios que a sociedade nos coloca».