A EMARP juntou-se a sete artistas para organizarem um leilão solidário, em formato online, com os lucros a rever para uma associação local.
A EMARP – Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão, em parceria com os artistas que durante 2022 expuseram na área de atendimento da empresa, organiza o leilão solidário «Natal com Arte», a favor da ADAP – Associação de Defesa dos Animais de Portimão.
O leilão vai decorrer entre os dias 5 a 11 de dezembro, em formato online, juntando obras de sete artistas, sendo que todo o lucro angariado será revertido em prol dos animais ao cuidado da ADAP.
Assim, a partir dessa data, através da plataforma eSolidar, será possível escolher uma obra e licitar um presente de Natal solidário.
Os pintores Elsa Revez, Joke van der Steen, Marc Thivierge e Morcy, o desenhador Nelson Martinho e os fotógrafos Filipe da Palma e Pedro Poucochinho foram os artistas que se juntaram a esta causa.
É já desde 2021 que a EMARP tem vindo a colaborar com a ADAP e o fotógrafo Carlos Filipe, no âmbito da sua Campanha de Recolha de Dejetos Caninos, divulgando as fotografias dos animais que estão para adoção e ao cuidado da ADAP, nos seus materiais e plataformas.
A ADAP trata-se de uma associação sem fins lucrativos que desenvolve a sua ação junto de animais em necessidade. Foi constituída em 2008 e, uma vez que não possuem instalação própria, os animais a seu cargo encontram-se em Famílias de Acolhimento Temporárias.
Contactos com a ADAP podem ser feitos através de e-mail ([email protected]).
«Assim na Terra como no Mar» em breve na EMARP
A partir da próxima segunda-feira, dia 28 de novembro, e até dia 6 de janeiro, a EMARP acolhe a exposição de fotografia «Assim na Terra como no Mar» de Filipe da Palma.
A mostra reúne um conjunto de 22 fotografias que destacam a riqueza cromática que outrora caracterizava a arquitetura popular algarvia e as antigas embarcações artesanais de madeira, contestando a ideia de que o branco é as cor predominante no património regional.
Superfícies humanas, do domínio terrestre e marítimo, erodidas e em colapso, vão permitem a perceção de uma realidade antiga.
