O Cineteatro Jaime Pinto, em São Brás de Alportel vai ser o palco da peça de teatro com música «A Caixa», pela Companhia do Sueste, estrutura do Baixo Alentejo.
«A Caixa» é o título do espetáculo criado pela Companhia do Sueste que irá estar em cena na quarta-feira, dia 30 de abril, às 21h30, no Cineteatro Jaime Pinto, em São Brás de Alportel.
Trata-se de um espetáculo para maiores de seis anos e os bilhetes já se encontram à venda na Galeria Municipal de São Brás de Alportel.
«No dia em que morreu a última pessoa que viveu a Revolução, o que resta? Talvez as histórias que ouviram de tudo o que ficou encerrado n’A Caixa. Talvez os livros que leram sobre os heróis que a ergueram? As canções que cantaram em cada ano, a celebrá-la? A memória de algo que ninguém construiu? Restam as dúvidas. Restam muitas dúvidas», lê-se na sinopse.
«A Caixa» é um espetáculo de teatro com música que resulta de um processo de criação coletiva dos artistas – intérpretes e criadores. A Caixa (física e conceptualmente) é o elemento central do texto e da ação dramatúrgica que emerge da investigação e criação artística participativa.
Ficha Técnica:
Direção Artística – Miguel Magalhães;
Texto – Hugo Barreiros;
Música original e Direção musical – Paulo Pires;
Interpretação – Ana Malta, Clara Spormann, Miguel Magalhães, Rui Westermann e Sara Madeira;
Cenografia – Jorge Magalhães;
Figurinos – Rita Bragança;
Produção – Companhia do Sueste;
Direção de produção e Design de comunicação – Paulo Barbosa;
Projeto financiado por: República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes, Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril;
Apoios: Câmara Municipal de Beja, Câmara Municipal de Ourique, Os Plebeus Avintenses, Santa Casa da Misericórdia de Beja e Centro Social Nossa Senhora da Graça.
Sobre a Companhia do Sueste:
A Companhia do Sueste é uma estrutura artística profissional do Baixo Alentejo que explora as diferentes disciplinas artísticas, maioritariamente as das Artes Performativas, construindo o seu percurso a partir do trabalho de obras clássicas e de criações originais e contemporâneas.
Procura a execução de iniciativas de carácter público, desde oficinas, workshops e espetáculos, formação artística e ainda mentoria em iniciativas de produção artística própria dos cidadãos.
Através da sua atividade promove a democratização do acesso à arte e a participação cívica, e a consequente promoção da qualidade de vida e de uma sociedade mais justa, informada e inclusiva.
A Companhia do Sueste tem direção artística de Miguel Magalhães.