O cantor algarvio Luís Guilherme lança o EP «Intemporal (a dois)», dando continuidade ao projeto iniciado em 2019 com revisitações de clássicos internacionais.
Há canções que resistem ao tempo e melodias que atravessam gerações, mantendo a capacidade de tocar quem as ouve. É desse cruzamento entre memória e emoção que nasce «Intemporal (a dois)», o novo EP do cantor algarvio Luís Guilherme, com lançamento marcado para dia 16 de janeiro.
Este novo trabalho surge na continuidade de Intemporal, álbum lançado em 2019, um projeto que permitiu ao público viajar pelas décadas de 1950, 1960 e 1970. A produção, realizada entre Portugal, Itália e Argentina, recuperou temas marcantes como «Quizás, Quizás, Quizás» e «Delilah», onde a voz de Luís Guilherme se afirmou de forma distintiva.
Nos concertos do cantor, esta vertente clássica e intemporal é uma das mais solicitadas pelo público, reforçando a ligação emocional criada em palco através de canções que atravessam épocas e estilos.
Em «Intemporal (a dois)», Luís Guilherme volta a revisitar grandes êxitos internacionais que marcaram gerações, apresentando-os com uma identidade artística própria, sem perder a fidelidade à essência original dos temas. A tracklist já divulgada inclui canções como «Ti Amo», «Hoy Tengo Ganas de Ti» e «Mi Tierra». A seleção reúne clássicos internacionais interpretados em diferentes línguas, reforçando a dimensão intemporal e transversal do projeto.
O artista anunciou ainda que irá revelar gradualmente as convidadas que participam neste EP, mantendo a expectativa até à data de lançamento.
Mais do que um novo trabalho discográfico, «Intemporal (a dois)» afirma-se como uma celebração de canções e histórias que o tempo não apaga e que continuam a encontrar eco no presente.
Natural de Olhão, Luís Guilherme construiu um percurso artístico marcado pela interpretação de clássicos da música internacional, afirmando-se como uma voz ligada à memória musical de várias gerações.
Com uma carreira que atravessa mais de três décadas, tem desenvolvido um repertório centrado em canções das décadas de 1950, 1960 e 1970, interpretadas em diferentes línguas, sempre com uma forte carga emocional e atenção à expressividade vocal.
Ao longo dos anos, esta vertente tornou-se uma das imagens de marca do cantor, tanto em disco como em palco, onde mantém uma relação próxima com o público.
O projeto «Intemporal», iniciado em 2019, consolidou esse caminho artístico, agora prolongado com «Intemporal (a dois)», num trabalho que cruza revisitação, identidade própria e diálogo com novas vozes.