Bicentenário de Olhão chega à Fuseta com uma exposição e uma conversa sobre a arquitetura, a memória da vila e a sua ligação histórica à Ria Formosa.
A Fuseta recebe, no sábado, 18 de julho, um conjunto de iniciativas culturais integradas nas Festas de Nossa Senhora do Carmo, no âmbito das comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão (1826–2026). O programa inclui uma exposição e uma conversa dedicadas à história, à arquitetura e à identidade lagunar da vila.
A programação começa às 10h00, com a inauguração da exposição «Vila da Fuzeta, entre o Mar e a Terra. Revelar Arquiteturas, percursos e horizontes lagunares», da autoria de Pedro Brito. A mostra apresenta a evolução da vila, a sua relação com a Ria Formosa e a riqueza do património arquitetónico e paisagístico.
Às 10h30 realiza-se a conversa «Arquiteturas de uma Paisagem Mutável: a linha que se alarga no horizonte», moderada por Sandra Romba, do Museu Municipal de Olhão e doutoranda em Património Cultural na Universidade do Algarve (UAlg).
O painel reúne Pedro Brito, João Soares e Daniel Jiménez, do Departamento de Arquitetura da Universidade de Évora, João Nunes, arquiteto paisagista da PROAP, Filipa César, artista e realizadora, e Mafalda Pacheco, investigadora do CHAM – NOVA FCSH.
Segundo o município, a iniciativa pretende promover a reflexão sobre a evolução da paisagem lagunar, a arquitetura e a memória da Fuseta.
O programa integra as comemorações dos 200 anos da criação da Câmara Municipal de Olhão e procura valorizar o património cultural local.