Vilamoura terá 27 moradias privadas nos projetos HAMA e MORI, com piscinas, jardins e preços a partir de 1,265 milhões de euros, em duas zonas distintas.
A Legera vai desenvolver 27 moradias privadas em Vilamoura, distribuídas pelos projetos HAMA e MORI, com preços a partir de 1,265 milhões de euros. A comercialização fica a cargo, em exclusivo, da Portugal Sotheby’s International Realty.
O HAMA terá 13 moradias de três e quatro quartos, distribuídas por três pisos, enquanto o MORI será composto por 14 moradias T3 integradas num condomínio privado.
As casas terão jardins, terraços, piscinas e estacionamento privativos, além de espaços dedicados ao bem-estar. Algumas frações incluem elevador, garrafeira, sala de cinema e áreas com possibilidade de instalação de ginásio.
As áreas interiores podem atingir 238 metros quadrados no HAMA e 188 metros quadrados no MORI. Os espaços exteriores, entre varandas, jardins e terraços, chegam aos 281 metros quadrados no primeiro projeto e aos 202 metros quadrados no segundo.
Os preços começam nos 1,5 milhões de euros no HAMA e nos 1,265 milhões de euros no MORI. A construção do HAMA deverá começar em outubro de 2026, com as primeiras escrituras previstas para o final de 2028.
Já no caso do MORI, o início da obra está previsto para o princípio de 2027 e as primeiras escrituras deverão realizar-se no primeiro trimestre de 2029.
Os dois projetos, desenhados pela arquiteta Inês Brandão, partilham uma conceção centrada na ligação entre os espaços interiores e exteriores, na entrada de luz natural e na integração com a paisagem.
A arquitetura incorpora também referências japonesas, como o shakkei, que procura integrar a paisagem envolvente, e o komorebi, associado à luz filtrada pelas árvores.
O HAMA ficará próximo do mar e da Marina de Vilamoura, enquanto o MORI ficará próximo dos campos de golfe da região.
«O Algarve confirma-se como um dos mercados residenciais premium mais atrativos de Portugal, sustentado por uma procura internacional consistente e por uma oferta de projetos exclusivos ainda escassa», afirmou Duarte Marques, diretor de Empreendimentos da Portugal Sotheby’s International Realty.
Segundo o responsável, os dois projetos combinam «a arquitetura contemporânea, a qualidade construtiva e duas localizações de exceção em Vilamoura», com o objetivo de responder à procura de compradores nacionais e internacionais.
«Representa aquilo em que acreditamos: que uma casa deve ser desenhada a partir de como se vive, e não o contrário», afirmou Tim Ternmyr, presidente executivo do Legera Group.
O responsável disse ainda que o projeto resulta de um processo de conceção de cada espaço em função do quotidiano de quem o habita e reflete a visão da promotora para o imobiliário residencial.







