A reportagem do jornalista David José Marreiros, do Jornal do Algarve, sobre a procriação medicamente assistida no Algarve, venceu o Prémio Especial do Júri para «Jornalismo de Proximidade».
David José Marreiros, jornalista no Jornal do Algarve, recebeu o Prémio Especial do Júri para «Jornalismo de Proximidade», atribuído pela primeira vez, graças à reportagem «Sul do país esquecido pelo SNS: uma luta exaustiva em busca da gravidez».
O trabalho, escrito em outubro de 2024, aborda a inexistência de um centro público de Procriação Medicamente Assistida no Algarve e conta a história de uma mulher e do seu parceiro, que enfrentaram uma jornada exaustiva com o objetivo de se tornarem pais.
A 13.ª Conferência e 12.º Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, ambos dinamizados pela Associação Corações com Coroa (CCC), decorreu no sábado, dia 24, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Catarina Furtado, presidente da Associação, ficou a cargo da apresentação da conferência, que ao longo da tarde contou com vários testemunhos, uma mesa-redonda sob o mote «E se um dia as mulheres pararem?», uma atuação da fadista Carminho e ainda poesia, por Alice Neto de Sousa.
A ocasião terminou, pelas mãos de Vasco Palmeirim, com a entrega dos Prémios Comunicação CCC que têm o apoio da Missão Continente e distinguem trabalhos que promovem conhecimento, informação, sensibilização e proteção dos Direitos Humanos.
O jornalista Joaquim Furtado foi o presidente do júri e Francisco Sena Santos o responsável pelo Prémio Especial do Júri para Jornalismo de Proximidade.
Já em relação aos outros premiados, a vencedora da categoria «Jornalismo» foi Mariana Correia Pinto, do jornal Público, com a reportagem «O Fundão estendeu a mão aos imigrantes e com eles está a salvar toda a região».
Por sua vez, «Agarrados ao Ecrã», de Catarina Marques (SIC), e «Compasso de Espera», de Susana Bastos (SIC), receberam menções honrosas.
Por fim, o prémio na categoria «Campanha» foi atribuído ao trabalho «Look for Freedom», pela equipa Daniel Jubilot, Joana Peseiro Santos, Paulo Pinto e Havas Portugal. A menção honrosa foi atribuída a Roger Morgado com «Cicatriz, Ser Mudança», campanha «Não se aceita, ponto!».