Vem a isto a propósito de várias situações que registámos em Portimão (assim como poderia ser noutros concelhos, onde casos semelhantes talvez se verifiquem), com o abandono a que está votada esta caravana que, em tempos, serviu para ali desenvolver um negócio. O seu dono não a protege, mas os responsáveis não podem permitir que estas situações se verifiquem, porque são o sinal de desleixo total.
Chamar também a atenção para o facto de muitos cidadãos, com as papeleiras ou contentores de lixo existentes, atirarem o lixo para o chão a poucos metros dos mesmos.
É normal encontrarem-se papéis, maços de tabaco, copos de plástico e toda uma infinidade de objetos espalhados nas proximidades de papeleiras, fruto da falta de civismo dos utentes da via pública, ou seja, dos cidadãos de cada agregado urbano.
Isto para não mencionar os donos que trazem os seus animais de estimação à rua e deixam nos passeios os dejetos, não os apanhando e deitando nos recipientes de lixo.
Estamos a falar da falta de civismo e de educação, mas temos esperança que as crianças de hoje, com seis ou sete anos, continuem a repreender os adultos por deitarem na via pública todo o tipo de lixo, numa falta de respeito para com os seus vizinhos.
Dizia-nos uma funcionária da limpeza de ruas que ninguém imagina o que ela encontra na rua e que se um dia faltar quem varra as vias públicas, as cidades passam a ser autênticas estrumeiras.
Ninguém o deseja, logo, não atire papéis ou lixo na via pública e recolha os dejetos do seu animal. A bem da cidade e do bem-estar de todos nós.