Seis pessoas morreram nas praias portuguesas durante a época balnear deste ano, que decorreu entre 01 de maio e 31 de outubro, a maioria na região do Algarve, segundo um balanço divulgado pela Autoridade Marítima Nacional (AMN).
Num balanço dos seis meses da época balnear de 2024, que terminou em 31 de outubro, a AMN dá conta que registou três acidentes mortais em praias marítimas vigiadas, dois em praias não vigiadas e um noutras zonas não vigiadas.
Quatro das seis mortes registadas tiveram como causa «doença súbita», uma afogamento e outra «causas desconhecidas».
A maioria das mortes verificou-se na região do Algarve, nomeadamente na Meia Praia (Lagos), Praia Maria Luísa (Albufeira) e Manta Rota (Vila Real de Santo António).
Registaram-se também óbitos na Praia do Torrão do Lameiro (Ovar) e Baía de São Martinho do Porto Sul (Alcobaça).
Durante a época balnear, a AMN efetuou 1.175 salvamentos e 3.664 ações de primeiros socorros, tendo mobilizado um dispositivo composto por 548 elementos.
Em 2023, durante os meses de época balnear, houve 14 mortes, das quais sete por doença súbita e as restantes por afogamento.
Resumo do balanço da Época Balnear de 2024
6 acidentes mortais
Praias vigiadas: 3 acidentes mortais
Praias não vigiadas: 2 acidentes mortais
Praias não vigiadas à data do acidente (fora do período balnear estabelecido): 0 acidentes mortais
Outras zonas não vigiadas: 1 acidente mortal
Salvamentos realizados: 1175
Ações de primeiros socorros: 3664
A Autoridade Marítima Nacional, nesta Época Balnear, esteve envolvida com um dispositivo composto por 548 elementos:
353 elementos da Polícia Marítima;
103 tripulantes das Estações Salva-vidas;
92 militares da Marinha Portuguesa em ações de sensibilização e vigilância apeada nas praias, em reforço na Autoridade Marítima Nacional.
Existiu ainda um dispositivo de reforço vocacionado para praias não vigiadas em permanência:
30 viaturas AMAROK – que permitiram uma maior mobilidade e, consequentemente, uma presença mais significativa nas praias não vigiadas em regime de permanência;
8 motas 4×4;
4 motas de salvamento marítimo;
92 militares da Marinha – vigilância motorizada.
Foto: Bruno Filipe Pires