Marcelo Rebelo de Sousa emitiu um voto de pesar pelo óbito do cantor Nuno Guerreiro, com quem contava para as celebrações do 10 de Junho, no Algarve.
O Presidente da República lamentou a morte do cantor Nuno Guerreiro, referindo que contava com a sua participação nas comemorações do 10 de Junho, que vão ser no Algarve, de onde o artista era natural.
O cantor Nuno Guerreiro, que foi a voz da Ala dos Namorados, faleceu ontem, quinta-feira, dia 17 de abril, aos 52 anos, em Lisboa.
Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa «apresenta os seus sentidos pêsames à família de Nuno Guerreiro, precocemente falecido».
«Nuno Guerreiro, com cujo contributo contávamos na celebração do 10 de Junho em Lagos, marcou a música portuguesa nas últimas duas décadas», lê-se na nota.
Nesta mensagem de pesar do chefe de Estado, refere-se que Nuno Guerreiro foi vocalista do grupo Ala dos Namorados «e nunca deixou de intervir no plano autárquico e nacional, incentivando jovens gerações, em particular em Loulé».
Nascido em Loulé, em 1972, cidade onde atualmente vivia, Nuno Guerreiro tornou-se célebre como vocalista da Ala dos Namorados, na década de 1990, com temas como «Solta-se o beijo», «Fim do mundo» ou «Loucos de Lisboa».
De acordo com informação da HM Música, agência que o representava, mudou-se para Lisboa na adolescência, para estudar dança no Conservatório.
Participou em espetáculos dos Diva e de Carlos Paredes e no primeiro álbum de Rodrigo Leão, «Ave Mundi Luminar».
Em 1992, o cantor juntou-se à Ala dos Namorados, banda criada por João Gil e Manuel Paulo, e da qual também fez parte José Moz Carrapa.
Ao longo de 30 anos, a banda editou oito álbuns de estúdio, dois álbuns ao vivo e uma compilação de «grandes êxitos».