A petição pública «Salvar a Zona Húmida das Alagoas Brancas», que contou com mais de oito mil assinaturas, vai ser discutida na Assembleia da República.
O Movimento Salvar as Alagoas Brancas prepara-se para ir, novamente, à Assembleia da República, na quinta-feira, dia 27 de junho, às 14h00, para participar numa audição na Comissão de Ambiente, a qual tem por objetivo apresentar e discutir a petição pública «Salvar a Zona Húmida das Alagoas Brancas».
Representantes das associações CIDADE DA PARTICIPAÇÃO, GEOTA – Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente e LPN – Liga para a Proteção da Natureza juntam-se ao movimento de cidadãos para defender a zona húmida e apoiar a sua segunda petição pública, a qual conta com mais de 8.000 subscritores.
O texto da petição pode ser consultado na íntegra aqui.
O Movimento considera que, depois de sete anos de luta, «se está finalmente no bom caminho para salvar as Alagoas Brancas mas que, no entanto, ainda há muito trabalho por fazer. A preocupação em relação ao futuro do habitat persiste, uma vez que ainda não foi efetuada a prometida escritura da compra da área, compra esta que deverá ser feita pela Câmara Municipal de Lagoa ao promotor, com o apoio do Fundo Ambiental».
«Por todos os valores presentes na área, valores esses já bem reconhecidos, aceites e divulgados por todos, especialistas, academia, técnicos, políticos e cidadãos, as Alagoas Brancas precisam, com urgência, ser cuidadas e acarinhadas, numa estratégia que vise a melhor renaturalização e preservação daquela zona húmida, pelo que não podem, nem devem, cair no esquecimento», refere ainda o coletivo.
Por fim, o Movimento «felicita e agradece a todos os que subscreveram a petição e para saudar todos os que continuam a defender a zona húmida das Alagoas Brancas».
