O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje, Dia Internacional da Mulher, que «há muito ainda para fazer» pela defesa das mulheres, lembrando que a violência doméstica continua a ser «uma das mais graves violações dos direitos humanos».
Num vídeo publicado na conta oficial da rede social X, Luís Montenegro afirmou que o dia da mulher «é mais do que uma efeméride», lembrando o caminho de «muitos avanços» feitos ao longo das últimas décadas.
«Garantimos o direito de voto, garantimos o acesso a profissões que antes estavam vedadas. Hoje temos mulheres em destaque nas universidades, nas empresas, nas organizações e até na politica, mas há muito ainda para fazer», salientou.
De acordo com o primeiro-ministro, a violência contra as mulheres «continua a ser uma das mais graves violações dos direitos humanos», frisando que é essa a razão para que o combate à violência doméstica «seja uma das prioridades máximas do governo».
Luís Montenegro salientou também que no mercado de trabalho «as desigualdades entre mulheres e homens também persistem», apontando que o programa de conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal que o governo está a concluir «pretende responder a muitos desses desafios».
«Da parte do governo o compromisso é claro: garantir que as mulheres têm na sociedade o papel que merecem», afirmou o primeiro-ministro.
Para o líder do governo, mais do que assinalar uma efeméride, este Dia Internacional da Mulher deve servir para lembrar o que se está a fazer «por uma verdadeira igualdade e celebrar o caminho que as mulheres já conquistaram».
Em 1975, a ONU começou a celebrar o Dia Internacional da Mulher a 08 de março, mas só a 16 de dezembro de 1977 é que a data viria a ser oficialmente reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
O tema de 2025 é «Para todas as mulheres e meninas: direitos, igualdade, empoderamento».