O município de Loulé volta a associar-se à Hora do Planeta e durante uma hora vai desligar as luzes de vários edifícios e espaços públicos.
Entre as 20h30 e as 21h30 de sábado, dia 22 de março, o município de Loulé volta a ser um dos pontos do globo em que as luzes se irão apagar, num momento simbólico de reflexão sobre as alterações climáticas, no âmbito da Hora do Planeta.
Assim, a Câmara Municipal de Loulé volta a associar-se a esta ação ambiental promovida internacionalmente pela organização global de conservação da natureza Associação Natureza Portugal | World Wildlife Found (WWF).
«É tempo de ação com a Hora do Planeta» é o mote da iniciativa que tem vindo a transformar-se num momento de ação, lembrando que todos podem e devem desempenhar um papel ativo na preservação e recuperação da natureza.
Os municípios portugueses têm vindo a fazer história enquanto parceiros deste movimento global, seja com a realização de ações locais, seja através do apagão temporário de alguns dos seus principais monumentos.
A nível local, a autarquia de Loulé compromete-se a desligar as luzes de vários edifícios e espaços públicos do concelho durante 60 minutos: Paços do Concelho; Edifício Eng.º Duarte Pacheco/Assembleia Municipal; Monumento Eng.º Duarte Pacheco; Mercado Municipal de Loulé; Cineteatro Louletano; Muralha do Castelo de Loulé (Loulé); Centro Autárquico de Quarteira e edifícios das juntas de freguesia de S. Sebastião, S. Clemente, Quarteira, Almancil, Salir, Querença, Tôr, Benafim, Boliqueime, Alte e Ameixial.
Recorde-se que há mais de 15 anos que a «Hora do Planeta», evento histórico da WWF, representa um movimento global de milhões de pessoas em todo o mundo que se unem, através de um gesto simbólico, para manifestar o seu compromisso com o Planeta.
Esta iniciativa surgiu em Sidney, na Austrália, quando, numa tomada de posição contra as alterações climáticas, 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil empresas apagaram as luzes durante 60 minutos.
«A salvaguarda dos sistemas naturais intactos é essencial para enfrentar as alterações climáticas. No entanto, nos últimos 50 anos, a natureza, que é também fonte dos meios de subsistência, enfrenta taxas de perda alarmantes e sem precedentes em todo o mundo. É imperativo inverter esta tendência até 2030, através do resgate e restauro da biodiversidade», refere a autarquia louletana.
Esta iniciativa «está intrinsecamente ligada com um dos mais importantes desígnios do município», o cumprimento das metas relativas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas, a destacar a importância da ação coletiva e consciencialização para uma melhor adaptação e mitigação dos impactos das alterações climáticas, alinha-se diretamente com o ODS 13 – Ação Climática.
Além disso ao promover o uso de fontes de energia mais sustentáveis e eficientes, contribui para o ODS 7 – Energia Limpa e Acessível, por fim, ao sublinhar a necessidade de proteger ecossistemas e a biodiversidade para um futuro mais sustentável, reforça o compromisso do ODS 15 – Proteção da Vida Terrestre.
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