Segundo dados do INE, o Algarve registou 94.476 empresas sediadas na região em 2023, o número mais elevado desde 2008, que representa 6,2 por cento do total nacional.
No final de 2023, o Algarve contemplava 94.476 empresas sediadas na região, de acordo com o destaque do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje publicado, representando 6,2 por cento do total de empresas a nível nacional.
Este é o número mais elevado desde 2008, tendo o número de empresas sediadas na região crescido oito por cento entre 2022 e 2023, superando o crescimento em percentagem registado a nível nacional.
Em 2023, a nível nacional, o sector empresarial contava com 1 526 926 empresas em atividade (+5,0 por cento face ao ano anterior), das quais 65,8 por cento eram empresas individuais e 34,2 por cento sociedades.
«Juntos, o Algarve avança», sintetiza José Apolinário, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, destacando o bom momento da economia do Algarve com «o empenho das empresas, empresários e trabalhadores no crescimento da atividade económica da região».
Destaque para os seguintes dados:
Regista-se que 3,1 por cento correspondiam a empresas com 10 ou mais pessoas ao serviço.
Neste universo, identificaram-se 38 empresas gazela (um subconjunto das anteriores, compreendendo as sociedades até aos cinco anos de idade) e 442 empresas de elevado crescimento (empresas, com pelo menos 10 pessoas ao serviço remuneradas, que apresentam um crescimento médio anual superior a 20 por cento, ao longo de um período de três anos, podendo o crescimento ser medido em termos do número de pessoas ao serviço remuneradas ou do volume de negócios), estas últimas com um aumento significativo (80 por cento) face a 2022.
As empresas regionais apresentavam 220,2 mil pessoas ao serviço; 144,7 mil correspondiam a pessoal remunerado. Em média, cada empresa integrava 2,3 pessoas.
O Valor Acrescentado Bruto (VAB) gerado pelo sector empresarial algarvio alcançou 5.228 milhões de euros em 2023, refletindo um crescimento homólogo de quase 14 por cento.
Foto: Bruno Filipe Pires.
