Moncarapacho e Fuseta lamentam a não promulgação do Presidente da República e pedem que as freguesias sejam desagregadas a tempo das próximas eleições autárquicas.
O órgão executivo da União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta, reunido no dia 13 de fevereiro, «lamenta profundamente a não promulgação pelo senhor Presidente da República, professor Marcelo Rebelo de Sousa, do Decreto da Assembleia da República n.º 37/XVI, de 17 de janeiro de 2025, sobre Reposição de Freguesias agregadas pela Lei n.º 1-A/2013, de 28 de janeiro, concluindo o procedimento especial, simplificado e transitório de criação de freguesias previsto na Lei n.º 39/2021, de 24 de junho, e que o devolveu ao Parlamento, para ser reapreciado», lê-se em comunicado enviado à redação do barlavento.
«Sempre foi ambição das populações de Moncarapacho e da Fuseta a desagregação das duas freguesias, que concretiza o sentimento das populações das duas freguesias, com identidade e especificidades históricas distintas ao longo dos tempos», justifica.
Para Moncarapacho e Fuseta «o processo foi pacifico e não se prevê problemas futuros nesta matéria sobre a desagregação».
Segundo o mesmo documento, «indo de encontro aos anseios da nossa população, apelamos aos partidos com assento parlamentar para que no pouco tempo que resta, agendarem nova votação parlamentar para que a desagregação seja exequível a tempo das próximas eleições autárquicas, encerrando definitivamente esta questão com a desejada promulgação pelo senhor Presidente da República, professor Marcelo Rebelo de Sousa», pede o órgão executivo.