A ACRAL exige a suspensão das portagens na Via do Infante enquanto decorrerem as obras de requalificação da EN125 e a redução da tarifa em 50% depois do fim dos trabalhos, conforme foi prometido pelo atual Governo durante a campanha eleitoral.
«Vamos chegar à época alta e a EN125 ainda não foi requalificada: em muitos pontos do Algarve, as obras estão pura e simplesmente paradas ou então estão a decorrer a um ritmo muito lento», alerta o presidente da ACRAL, em nota enviada às redações.
Com a EN125 em obras, considera Álvaro Viegas, «as empresas, os profissionais, todos quantos precisam de utilizar a estrada, têm de ser desviados obrigatoriamente para a Via do Infante – e isso traz custos enormes».
Os meros utilizadores, acrescenta o dirigente associativo, «sabem quanto custa uma viagem entre Lagos e Faro: imagine-se os custos para um profissional, para quem tem de fazer essa estrada todos os dias, por vezes mais de uma vez por dia».
Para o presidente da ACRAL, «as empresas não podem suportar os custos das portagens na Via do Infante: há um prejuízo objetivo para economia regional e isso tem de ser resolvido».
A solução, defende Álvaro Viegas, «é a suspensão imediata do pagamento das portagens até à conclusão das obras de requalificação da EN125».
Depois, acrescenta o presidente da ACRAL, «espero que o partido atualmente no Governo cumpra a promessa de reduzir em 50% a portagem na Via do Infante: era uma boa medida, para a economia regional mas também porque os políticos devem cumprir o que prometem – e esta foi uma promessa eleitoral», conclui o dirigente.