Estão abertas as inscrições para o 2.º Concurso de Fotografia LIXARTE, até ao dia 8 de junho, no âmbito de Praia Suja e Praia Limpa, com o objetivo de alertar para a proteção dos Oceanos.
A comunidade LIXARTE lançou a 2.ª edição do Concurso de Fotografia, com o objetivo de alertar para as necessárias alterações nos hábitos das populações e promover a proteção dos Oceanos.
Cada concorrente tem até dia 8 de junho para apresentar até 10 fotografias originais (a preto e branco ou cores), representando a Praia Suja e a Praia Limpa e habitar-se a ganhar prémios da ETIC, FNAC e Scianea.
As imagens têm de ser captadas obrigatoriamente em praias ou rias portuguesas e serão avaliadas pelo júri tendo em conta o adequado contexto temático e a qualidade estética e criatividade.
O projeto LIXARTE, transformar lixo em arte, pretende afirmar-se como um projeto de ARTivismo e de ciência cidadã e sensibilizar, através da expressão artística, para a urgência de proteger os Oceanos, tendo em vista as metas do Pacto Ecológico Europeu, Pacto Climático Europeu e da Agenda 2030 – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
A segunda edição do Concurso de Fotografia LIXARTE quer potenciar a divulgação destes objetivos e divulgar a marca que recorda a importância do #fazeranossaparte na defesa do Oceano.
Todas as informações necessárias constam do Regulamento, disponível para consulta aqui, sendo que mais informações poderão solicitar-se através de e-mail ([email protected]) do Europe Direct Algarve, serviço de informação europeia albergado na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.
A FNAC da Guia acolhe, até final de fevereiro, as fotografias premiadas no I Concurso LIXARTE, que nas palavras de Eduardo Castanho, fotógrafo e presidente do júri, «apresentam os desejos dos algarvios para o ambiente, seja por afirmação ou negação».
Recorde-se que o LIXARTE teve início em 2021 assumindo-se como um projeto de ARTivismo com objetivo de sensibilizar a sociedade para a urgência de proteger os Oceanos, cumprindo as metas do Pacto Ecológico Europeu e dos ODS, aprovados pela ONU.
A participação das escolas algarvias e da comunidade tem vindo a aumentar neste três anos, tendo sido já criadas seis tapeçarias, a partir de lixo recolhido na costa algarvia e construídas treze esculturas/instalações para espaços públicos.
Para este ano, o objetivo das 17 escolas e 15 entidades envolvidas e coordenadas pela artista plástica Joana Rocha, é a criação de sete instalações artísticas que serão colocadas em rotundas em sete municípios algarvios.
Concebidas a partir de lixo marinho recolhido em limpezas de praias e ribeiras as instalações deverão ser inauguradas a 8 de junho de 2024, no Dia Mundial dos Oceanos, em Albufeira, Faro, Loulé, Olhão, Portimão, Lagoa e Vila Real de Santo António.