Residências da Penha e de Gambelas vão criar 298 camas e elevar a capacidade total de alojamento da universidade para 837 lugares.
A Universidade do Algarve (UAlg) vai reforçar a oferta de alojamento estudantil no próximo ano letivo com duas novas residências universitárias, localizadas nos campi de Gambelas e da Penha.
As novas infraestruturas, atualmente em fase final de construção, vão disponibilizar mais 298 camas, aumentando a capacidade total de alojamento da instituição de 539 para 837 camas, o que representa um crescimento superior a 55%.
O reforço da oferta surge numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior e em que o acesso a alojamento a preços acessíveis continua a representar um dos principais desafios para muitos estudantes e respetivas famílias.
As novas residências integram o investimento realizado pela UAlg no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O projeto representa um investimento global de cerca de 18 milhões de euros, dos quais mais de 8,8 milhões são assegurados pela própria universidade.
O investimento dá continuidade à estratégia da instituição para melhorar as condições de alojamento dos estudantes. Em 2025, a UAlg concluiu a renovação e requalificação de sete residências universitárias, num investimento de 8,3 milhões de euros, que permitiu melhorar as condições de 442 camas já existentes.
Segundo a academia, a entrada em funcionamento das novas residências permitirá reforçar a capacidade de resposta às necessidades da comunidade académica, promovendo melhores condições de integração e sucesso dos estudantes e contribuindo para aumentar a capacidade de acolhimento da região.
No dia 22 de julho, a reitora da UAlg, Alexandra Teodósio, acompanhada pela equipa reitoral, realizou uma visita técnica às obras das duas novas residências universitárias.
Durante a visita, foi possível acompanhar o avanço dos trabalhos e verificar as condições que serão disponibilizadas aos futuros residentes, tendo em vista a entrada em funcionamento das novas unidades no início do próximo ano académico.






