A Rede de Museus do Algarve (RMA) «atinge a maioridade» esta quinta-feira, 16 de outubro, ao assinalar 18 anos desde a sua criação.
Em comunicado enviado às redações, a estrutura recorda que «dez museus da região do Algarve se reuniram em Albufeira para a constituição da Rede de Museus do Algarve-RMA», a 16 de outubro de 2006.
Trata-se de «uma rede horizontal, com características flexíveis, que tem como missão dinamizar o património cultural e a atividade museológica da região».
A RMA surgiu «enquanto um grupo informal de ação e reflexão museológica», cuja forma de organização «pretende privilegiar a cooperação e a partilha entre os seus pares e criar escala nas atividades programadas em conjunto».
Dezassete anos depois, a Rede conta com cerca de três dezenas de membros e é apontada «como um exemplo entre as redes museológicas nacionais pelo efetivo trabalho de cooperação e partilha», com destaque para «a promoção regular de reuniões, encontros formativos, jornadas anuais, construção de projetos museológicos comuns» e a criação de grupos de trabalho dedicados ao Património Cultural Imaterial, Arqueologia, Educação e Conservação e Restauro.
Estes grupos são responsáveis por «formação, diagnósticos, estudos e normativos nas respetivas áreas e desenvolvimento de projetos comuns».
O grupo coordenador da RMA para o biénio 2024-2026 é composto por Ana Sousa (Museu Municipal de Loulé), Catarina Oliveira (CIIP Cacela / Município de Vila Real de Santo António), Hugo Oliveira (Museu Municipal de Olhão), José Gameiro (Museu de Portimão) e Marco Lopes (Museu Municipal de Faro).
Foto: Bruno Filipe Pires