A Proteção Civil de Loulé faz um balanço positivo da época de incêndios rurais de 2025, com redução significativa da área ardida no concelho.
A Proteção Civil de Loulé fez um balanço positivo da época de incêndios rurais de 2025, com cerca de cinco hectares de área ardida, um dos valores mais baixos desde 2004.
O balanço foi apresentado em reunião conjunta da Comissão Municipal da Gestão Integrada de Fogos Rurais, da Comissão Municipal de Proteção Civil e do Centro de Coordenação Operacional Municipal, na sexta-feira, dia 19 de dezembro de 2025.
Apesar de Loulé registar o maior número de ocorrências no Algarve, muitas situações corresponderam a falsos alarmes, identificados através de vigilância permanente e rápida capacidade de resposta.
A redução da área ardida resultou do reforço de meios e equipamentos, do aumento das ações de vigilância e da intensificação das medidas de prevenção.
O presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, coordenou a reunião e destacou o trabalho em rede das várias entidades envolvidas.
O Serviço Municipal de Proteção Civil apresentou o trabalho desenvolvido nas áreas de planeamento, sensibilização e informação pública, através da chefe de Divisão, Telma Guerreiro.
Por sua vez, a Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão apresentou o balanço do Gabinete Técnico Florestal, através da técnica Susana Barreira.
Já a GNR apresentou os dados das equipas de vigilância móvel, a cavalo e motorizada, pela voz do tenente André Santos.
A Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR apresentou o balanço das equipas helitransportadas e terrestres, através do primeiro-sargento Frederico Semedo.
Por fim, o comandante do Corpo de Bombeiros de Loulé, Irlandino Santos, apresentou as intervenções operacionais e os resultados alcançados.
Antes da reunião de balanço, decorreu uma sessão presencial do Centro de Coordenação Operacional Municipal dirigida aos novos eleitos locais.
O coordenador municipal de Proteção Civil, João Matos Lima, apresentou as competências do CCOM e a articulação entre entidades na resposta às ocorrências.