O Hospital de Alvor e o Hospital de Gambelas do Grupo HPA Saúde passam, desde hoje, a ter uma Unidade da Mama.
De forma a sinalizar o outubro rosa e enaltecer a importância da prevenção e do rastreio na doença oncológica mamária, o Grupo HPA Saúde lança hoje, oficialmente, a Unidade da Mama nos hospitais de Alvor e Gambelas.
A criação destas unidades especializadas tem por objetivo «dar resposta a todas as necessidades da pessoa que procura este serviço, desde a prevenção, passando pelo diagnóstico, tratamento e seguimento após o mesmo, agregando recursos e competências que garantam uma organização clínica de gestão integrada, por forma a oferecer um serviço eficiente, rigoroso e eficaz», refere fonte do HPA.
Torna-se «de particular relevância a avaliação de risco e diagnóstico precoce, enquanto atuação crucial para a prevenção do cancro e controlo atempado da sua progressão, sendo esta conclusão ainda mais premente no cancro da mama, já que quando diagnosticado precocemente, pode ter cura em 95 por cento dos casos», denota ainda.
Apesar de o HPA já possuir equipas multidisciplinares focadas nesta área há vários anos, achou «que seria importante para os pacientes, e até para a referenciação interna e externa, a criação mais sistematizada e organizada deste serviço», sendo que o mês de outubro «pareceu-nos a data ideal para divulgar as unidades, por corresponder ao MÊS ROSA e à Mamamaratona, da qual somos muito orgulhosamente main sponsors», explica a mesma fonte.
Assim, as novas Unidades da Mama HPA integram as seguintes valências de exames de diagnóstico de imagiologia: mamografia digital direta 2D; tomossíntese 3D; ecografia mamária; ressonância mamária; citologia aspirativa com agulha fina guiada por imagem; microbiópsia guiada por imagem; TAC; raio-x; ecografia geral (estadiamento); anatomia patológica e medicina nuclear.
Já os tratamentos disponibilizados, dividem-se em médicos e cirúrgicos. Os primeiros incluem quimioterapia, hormonoterapia e imunoterapia.
No caso dos segundos, sempre que possível, são utilizadas tecnologiasmais modernas e minimamente invasivas, envolvendo a cirurgia oncoplástica (com o apoio de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva) e em casos específicos, a utilização da radioterapia intraoperatória (técnica recente que consiste em realizar radiação imediata em dose única, no mesmo ato cirúrgico da extração do tumor, evitando a radioterapia nas cinco/seis semanas seguintes).