As escamas cristalizadas que atapetavam largas áreas da muralha também não abonavam a favor do local, tanto mais que estas só dependiam de operações periódicas de limpeza. José Apolinário, diretor geral da empresa, respondeu, em entrevista publicada na edição de 9 de outubro do mesmo ano, que «no início de 2015 iniciar-se-ão obras de requalificação e melhoria da lota e cais anexo, num montante previsto 900 mil euros». Entretanto, o local foi limpo, mas pelo que temos observado, a operação não teve carácter de continuidade. O «barlavento» visitou uma vez mais o cais em questão, anexo à Docapesca e destinado ao apoio das traineiras e embarque das tripulações, no passado dia 15 de julho, e fomos encontrar a mesma situação de desleixo e perigosidade.