Andreia Pintassilgo apresenta em Loulé a exposição «Mãe Soberana – Património (In)Visível», inspirada no culto com quase 500 anos.
A exposição «Mãe Soberana – Património (In)Visível – Uma história contada através da água», de Andreia Pintassilgo, é inaugurada no dia 4 de abril, às 16h00, no Convento de Santo António, em Loulé.
O projeto resulta da investigação de doutoramento em Média-Arte Digital da autora e propõe uma leitura artística sobre o Culto a Nossa Senhora da Piedade, manifestação religiosa com quase 500 anos e considerada a maior a sul de Fátima.
Através da água como metáfora de movimento e transformação, a obra percorre o território e as suas narrativas, explorando dimensões simbólicas, espirituais e afetivas do património cultural imaterial.
A exposição recorre a luz, imagem, som e ritmo, articulando diferentes linguagens como narrativa transmédia, realidade aumentada e videoarte, numa experiência imersiva.
No dia 18 de abril, às 16h00, o espaço recebe uma conferência integrada no ciclo «Loulé na Linha do Tempo», promovido pelo Arquivo Municipal de Loulé.
A mostra pode ser visitada entre 7 e 19 de abril, de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00.