Dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito das «Vital Cities – Make you Active», o município louletano irá integrar agora o projeto europeu «Healthy Cities».
Este projeto propõe criar uma rede de cidades para aprofundar a relação entre a saúde e o meio urbano, desenvolver políticas que coloquem o foco na melhoria do estado de saúde da população, bem como desenvolver uma avaliação rigorosa do impacto na saúde dessas políticas.
O arranque oficial do projeto acontece nos dias 23, 24 e 25 de setembro, na cidade de Vic, em Espanha, e contará com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Loulé, Pedro Pimpão, e do coordenador do projeto, Tiago Guadalupe, em representação da cidade algarvia.
As cidades podem considerar ações de diferentes pontos de vista e por meio de políticas diferentes, mas a perspetiva da saúde global irá fornecer uma estrutura comum e irá permitir desenvolver metodologias de partilha.
A par de Loulé, irão participar nesta rede as cidades de Vic (Espanha), Pärnu (Estónia), Farkadona (Grécia), Falerna (Itália), Anyksciai (Lituânia), Planning Authority Malta (Malta), Alphen aan den Rijn (Holanda) e Bradford (Reino Unido).
Refira-se que o Comité de Monitorização URBACT aprovou 23 Redes de Planeamento de Ação, as quais envolvem 26 países e 203 parceiros. Com a aprovação destas redes, concluem-se os procedimentos concursais no âmbito do URBACT III.
Dentro do ciclo de vida das Redes de Planeamento de Ação, todos os parceiros irão produzir um Plano de Ação Integrado. Também terão a oportunidade de testar algumas soluções de pequena escala nas suas cidades, desenvolvendo competências, reunindo as partes locais interessadas e construindo parcerias transnacionais.
Para os responsáveis municipais de Loulé, «a participação em mais um projeto de carácter transnacional, alicerçado na rede programática da União Europeia, constitui a consolidação do trabalho que está a ser desenvolvido ao longo dos últimos anos pela autarquia, e será mais uma oportunidade para uma profícua troca de experiências e de aprendizagens com outros parceiros europeus».