Provavelmente a maior dificuldade de um genealogista é a localização dos documentos que permitam estabelecer ligações genealógicas. No caso dos casamentos, quando se desconhece a idade dos cônjuges à data do casamento ou da paternidade, quando se desconhece a freguesia onde o casamento foi celebrado, quando há erros nos documentos, ou quando há casais homónimos, a localização desses documentos poderá demorar dias, semanas, meses ou, em certos casos, anos.
Com este trabalho é possível localizar documentos em poucos segundos.
O trabalho que ora se apresenta é o primeiro volume publicado de uma colecção de 71 volumes. Corresponde ao segundo volume da colecção, uma vez que o primeiro volume, correspondente à freguesia de Albufeira, será o último a elaborar.
Esta decisão deve-se à destruição dos documentos anteriores a 1834 durante o período das Guerras Liberais. De forma a permitir uma mais eficaz recuperação da informação relativa a Albufeira, esse livro será especialmente composto por duas partes, uma com o índice dos documentos sobreviventes e outra com os casamentos de indivíduos de Albufeira celebrados noutras freguesias do Algarve.
Os índices são elaborados por ordem alfabética a partir do primeiro nome do cônjuge marido e contém a informação relativa ao nome de ambos os cônjuges e data de casamento. Como nota de rodapé contêm ainda a informação relativa à freguesia de naturalidade de cada um dos cônjuges, às dispensas por consanguinidade e afinidade e, no caso de casamentos em que um dos nubentes é viúvo, informação sobre o primeiro cônjuge.
Efetuado este levantamento, a informação é tratada com a elaboração de um novo índice toponímico, que permite localizar indivíduos naturais de outras freguesias; quadros informativos com o número de casamentos/ano; índice onomástico organizado alfabeticamente por apelidos.
Relativamente ao primeiro volume a publicar até meados de Fevereiro deste ano, referente à freguesia de Alcantarilha, o mesmo é composto por 300 páginas, contendo o índice dos 4.182 casamentos celebrados em Alcantarilha entre 1606 e 1905 cujos documentos chegaram aos nossos dias. Foi possível identificar 8.362 indivíduos que contraíram casamento em Alcantarilha, sendo 2.353 nubentes naturais de outras freguesias.
Com o tratamento informativo realizado este trabalho permite ter uma ideia do desenvolvimento histórico, social e populacional da freguesia de Alcantarilha sendo, por isso, mais do que uma simples ferramenta de auxílio à genealogia.
Ainda assim, a sua reduzida tiragem, fará com que seja uma obra rara e apetecível para os colecionadores de obras da região algarvia.
Este trabalho, a editar pela Arandis Editora, com 300 páginas, terá o preço de venda ao público de 25 Euros, sendo a sua venda limitada à tiragem da primeira edição, pelo que se dará prioridade de venda a quem o reservar até ao dia 1 de fevereiro.
As reservas poderão ser feitas para o email: [email protected]
No caso de interessados na sua aquisição de outras zonas do país, a obra poderá ser enviada à cobrança sem acréscimo de custos de envio.