Apoio abrange 30 alunos em Portugal já no ano letivo de 2026/2027, com candidaturas abertas ao Colégio Internacional de Vilamoura.
O Inspired Education Group lançou um novo programa de bolsas de estudo que permitirá apoiar 30 alunos em Portugal no ano letivo de 2026/2027, incluindo candidatos ao Colégio Internacional de Vilamoura (CIV).
As candidaturas já estão abertas. Segundo o grupo, o programa destina-se a estudantes com elevado mérito cujas famílias necessitem de apoio financeiro para aceder aos colégios da rede.
A iniciativa integra um investimento internacional de 30 milhões de euros, que prevê a atribuição de até 500 bolsas por ano nos mais de 125 colégios do Inspired Education Group em todo o mundo.
O novo programa complementa o Nsouli Scholars Programme, lançado em 2024, e faz parte da estratégia de responsabilidade social do grupo.
A medida surge na sequência da procura registada no programa já existente, que recebeu 1.428 candidaturas de alunos de 95 nacionalidades em 2026.
O grupo indica que este número representa um crescimento de 353% face ao lançamento do programa, em 2024. As candidaturas provenientes da África Subsaariana aumentaram 574% e representam atualmente 60% do total.
No Médio Oriente e Norte de África, as candidaturas mais do que triplicaram, enquanto a procura duplicou na região da Ásia-Pacífico, na América Latina e na Europa, segundo os dados divulgados.
«O crescimento do Nsouli Scholars Programme mostrou-nos duas coisas: em primeiro lugar, que existe talento em todos os cantos do mundo e, em segundo, que as oportunidades não são as mesmas para todos. Este investimento de 30 milhões de euros dá origem a um dos maiores programas de promoção do acesso à educação no setor do ensino privado internacional, criando centenas de novas oportunidades todos os anos em toda a rede global do Inspired Education Group», afirma Nadim M. Nsouli, fundador, presidente e diretor executivo do grupo.
O Inspired Education Group pretende, com o reforço das bolsas, aumentar a diversidade socioeconómica nas comunidades escolares e permitir que mais alunos em Portugal tenham acesso aos seus colégios.
Foto: CIV.