Último relatório da UAlg aponta que apenas 2,9 por cento dos diplomados pela academia algarvia se encontra em situação de desemprego.
De acordo com os dados do último relatório verifica-se que os diplomados da Universidade do Algarve (UAlg) apresentam uma «boa inserção no mercado de trabalho», com apenas 2,9 por cento em situação de desemprego, de acordo com a academia algarvia.
O inquérito aplicado aos diplomados do ano letivo 2020/2021 teve uma taxa de resposta (71,1 por cento), o que permite considerar que os resultados são sólidos e representativos da realidade.
Em relação ao relatório anterior, verificou-se uma descida de 1,2 pontos percentuais, na percentagem de diplomados sem emprego. De notar que este é um indicador que tem vindo a mostrar uma tendência de descida.
A maior parte dos diplomados indica que a formação que receberam está de acordo com as funções que desempenham, o que mostra que o emprego é maioritariamente na área de formação, o que de resto se tem verificado nos relatórios anteriores.
Dos inquiridos que não prosseguiram estudos, 20,6 por cento já trabalhava quanto terminou o curso, 56,3 por cento estavam a trabalhar até três meses após concluir o curso e 9,2 por cento até um ano.
Em termos das condições de emprego verifica-se que predomina o vínculo de contrato de trabalho sem termo (36 por cento), sendo seguido pelo regime a contrato a termo certo com 32,0%.
Os principais empregadores são empresas privadas (70,1 por cento), de grande dimensão (33,6 por cento) sendo que a maior parte dos diplomados reside e trabalha na região do Algarve (64,3 por cento).
Por último, há a registar que 26,4 por cento dos diplomados decidiram aprofundar os seus estudos e deram continuidade à sua formação, sendo que 55,8 por cento frequentam a Universidade do Algarve, na sua maioria em cursos do 2º ciclo.
O acompanhamento dos diplomados pela UAlg e a análise da informação relativa à sua empregabilidade, ou seja, à sua situação profissional, «são instrumentos fundamentais para a melhoria da qualidade da formação», justifica a academia.