Espetáculo, integrado na iniciativa Arte Dentro, propôs uma reflexão sobre a relação entre o ser humano, a natureza e a memória ancestral.
Cerca de 50 pessoas assistiram, no dia 17 de julho, à performance «Eu Sou o Templo da Terra», apresentada no Espaço +, em Aljezur, no âmbito da iniciativa Arte Dentro.
Com uma duração aproximada de 45 minutos, o espetáculo propôs uma experiência artística centrada na relação entre o ser humano, a Terra e a memória ancestral. Inspirada na ideia de que o «Templo da Terra» preserva uma sabedoria cultivada e não extraída, a criação recorreu à metáfora do micélio para explorar as ligações invisíveis entre todos os seres vivos, convidando o público a refletir sobre o cuidado, a reciprocidade e a ligação à natureza.
Ao longo da apresentação, os espectadores foram desafiados a questionar-se sobre a possibilidade de a memória ancestral permanecer inscrita na Terra e de continuar a manifestar-se através das pessoas, numa reflexão sobre a relação entre a humanidade e a natureza.
Concebida e interpretada por Veerle Phara e Lottie, a performance cruzou diferentes linguagens artísticas para abordar a ligação entre o ser humano, a natureza e a memória ancestral.
A performance integrou a programação da iniciativa Arte Dentro, que continua a promover experiências artísticas de proximidade, fomentando o encontro entre a criação contemporânea e a comunidade.
