Educação, habitação, coesão territorial, desporto e inovação foram apontados como áreas centrais da governação.
A Câmara Municipal de Loulé encerrou, no domingo, 17 de maio, a Semana do Município com uma sessão solene marcada pelo balanço dos primeiros seis meses de mandato de Telmo Pinto e pela apresentação de prioridades para o futuro do concelho.
No discurso do Dia do Município, o presidente da autarquia apontou a educação, a habitação, a coesão territorial, o desporto, a inovação nos serviços públicos e as obras estruturantes como áreas centrais da governação.
Entre os anúncios feitos durante a sessão esteve a intenção de avançar com a candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura em 2028, tema já apresentado no âmbito do trabalho com o movimento associativo cultural do concelho.
Depois da atribuição da chancela de Geoparque Mundial da UNESCO ao Geoparque Algarvensis, projeto intermunicipal com Silves e Albufeira, o município pretende afirmar Loulé como «um território criativo, dinâmico e aberto ao mundo».
Telmo Pinto referiu ainda que o município está a preparar obras estruturantes nas áreas da educação, ação social, desporto e cultura, incluindo escolas, estruturas residenciais para idosos e equipamentos municipais.
Segundo a autarquia, estes investimentos estão «mapeados e definidos em cronograma».
Na educação, o autarca destacou o compromisso de garantir igualdade de oportunidades, investir nas escolas e apoiar as famílias.
Na habitação, o município pretende continuar a desenvolver a Estratégia Local de Habitação, com respostas que Telmo Pinto classificou como «concretas, acessíveis e dignas».
Na área social, o executivo diz estar a rever instrumentos de apoio para os adequar às necessidades atuais da população.
No desporto, Telmo Pinto apontou a criação de equipamentos, a valorização do associativismo e a promoção de estilos de vida saudáveis como prioridades, assumindo o objetivo de voltar a afirmar Loulé como cidade do desporto.
O presidente da Câmara defendeu também o reforço da parceria com as 11 juntas de freguesia, para promover a coesão territorial e reduzir desigualdades entre o litoral e o interior.
Durante a sessão solene, o presidente da Assembleia Municipal, Silvério Guerreiro, destacou a identidade do concelho e defendeu uma atitude de exigência e fiscalização por parte daquele órgão.
Entre as áreas apontadas por Silvério Guerreiro estiveram a requalificação urbana, o ordenamento do território, a melhoria das acessibilidades, a disponibilidade de estacionamento, a gestão de resíduos e a qualidade dos serviços públicos.
