De acordo com o INE, registou-se uma subida de 7,0 por cento nos preços da habitação, no primeiro trimestre do ano, correspondendo ao aumento de preços menos expressivo desde 2021.
O índice de preços da habitação subiu 7,0 por cento no primeiro trimestre, em termos homólogos, e transacionaram-se 33.077 habitações, o que representa uma redução de 4,1 por cento, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com o Índice de Preços da Habitação (IPHab), entre janeiro e março, «a taxa de variação homóloga do IPHab foi 7,0 por cento, menos 0,8 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior, correspondendo ao aumento de preços menos expressivo desde o primeiro trimestre de 2021».
No período em análise, os preços das habitações existentes «aumentaram a um ritmo superior ao das habitações novas, 7,6 por cento e 5,5 por cento, respetivamente».
Sintetizando, os preços das habitações existentes cresceram 1,9 mais pontos percentuais que nas novas.
Relativamente ao trimestre anterior, «o IPHab aumentou 0,6 por cento (1,3 por cento no trimestre precedente)».
Por categoria, os preços dos alojamentos existentes «aumentaram 1,1 por cento, sendo que nos alojamentos novos observou-se uma taxa de variação de -0,8 por cento».
No primeiro trimestre, «transacionaram-se 33.077 habitações, o que representa reduções de 4,1 por cento face ao trimestre homólogo e de 3,1 por cento face ao trimestre anterior».
O valor das habitações transacionadas, entre janeiro e março, ascendeu a 6,7 mil milhões de euros, menos 1,8 por cento que em idêntico período de 2023.
No trimestre, «as habitações adquiridas por compradores pertencentes ao setor institucional das famílias fixaram-se em 28.283 unidades (85,5 por cento do total), perfazendo 5,7 mil milhões de euros (84,2 por cento do total)».
Já os compradores com um domicílio fiscal fora do território nacional representaram 6,2 por cento do número total de transações (2.067 habitações), correspondendo a 10,4 por cento do valor total transacionado.
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