Carlos Gouveia Martins recandidata-se ao PSD Portimão

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Carlos Gouveia Martins é de novo candidato à presidência da Comissão Política de Secção do Partido Social Democrata (PSD) de Portimão. Eleições que irão escolher os dirigentes locais para o biénio 2020-22 para estão marcadas para dia 5 de setembro. Em comunicado, explica as motivações da recandidatura.

«Enquanto presidente cessante, sendo do conhecimento público, fizemos questão enquanto Comissão Política cessante de agendar o ato eleitoral com um período largo de antecedência para conhecimento de todos os interessados. Nestes quinze dias, entre o ato público de marcação e o dia de hoje, encetei conversações com os atuais dirigentes cessantes, com militantes de sempre e com antigos autarcas do PSD de Portimão na perspetiva de auscultar o maior número de opiniões e sensibilidades possíveis sobre o que se pretende no imediato e, igualmente e fundamental, no futuro a curto-médio prazo da estrutura local portimonense que hoje lidero», refere Carlos Gouveia Martins em comunicado enviado à redação do barlavento.

«Recebi o apoio unânime, inequívoco e motivador desse grupo muito alargado de portimonenses que vivem e sentem o PSD desde sempre ou desde tempos mais recentes. Um apoio que é motivador, mas, fatualmente, é mais que isso. É um apoio intergeracional e um apoio que traz pessoas integrantes das estruturas autónomas e de movimentos internos que muito respeito e prezo», considera.

«Em virtude do apoio absoluto das bases de militância, pelo reconhecimento do trabalho encetado pela estrutura do PSD Portimão nestes dois anos últimos cuja liderança tenho a honra de ter tido, a nível interno exposta com a reorganização da concelhia e externamente com a recredibilização do Partido junto dos portimonenses através presença e atuação autárquica, assim como pelas propostas apresentadas e a alternativa demonstrada diariamente à gestão socialista no concelho, nas três freguesias e em todo o município, tornam evidente uma união em torno da continuidade deste caminho juntos», acrescenta o candidato.

«A esta união, conquistada e de mérito desta Comissão Política atual, junta-se algo fundamental: a vontade pessoal, a disponibilidade e a ambição assente num projeto sólido para ser novamente candidato a presidente da Comissão Política do PSD de Portimão. Farei, à data destas eleições internas, em setembro de 2020, o número redondo de 20 anos de militância. De forma ininterrupta, com orgulho e paixão por esta família política, e, seguramente, serei dos muito poucos afortunados que viveram diariamente estas duas décadas de PSD em Portimão de forma contínua», afirma.

«Tenho orgulho no meu percurso político, que foi fruto do trabalho de muita gente, mas sempre sedimentado em iniciativas, propostas políticas e dinamismo».

Carlos Gouveia Martins foi militante da JSD de Portimão das bases até ser presidente de Comissão Política e de Mesa.

Por virtude do trabalho realizado na JSD portimonense, foi líder da JSD Algarve e chegou a 1º Vogal da Comissão Política Nacional da JSD e membro da Permanente Nacional sendo Coordenador Nacional Autárquico da JSD «num ano em que os autarcas da JSD subiram para números impressionantes».

Também encabeçou a candidatura à Assembleia Municipal de Portimão «que mais tarde me conferiu eleição e ser igualmente líder de bancada do PSD Algarve na Assembleia Intermunicipal do Algarve. Tenho respeito pelo meu trajeto profissional, vindo da área das Ciências Farmacêuticas e tendo passado por uma multinacional farmacêutica norte-americana, posteriormente Ordem profissional da classe, pela Associação Nacional de Farmácias, coordenando depois a maior IPSS de doentes crónicos do país e, agora, sendo Consultor e Gestor de Projetos e Operações na área da Saúde numa multinacional alemã em que diariamente procuro dar melhores respostas e soluções dentro do nosso Serviço Nacional de Saúde e, sobretudo, a todos os portugueses através da tecnologia e da inovação de procedimentos».

Pelo meio, «em processo de finalização académico na área da Administração Pública e Políticas do Território, na Universidade de Lisboa, a que junto uma experiência profissional de quatro anos numa das maiores autárquicas do país onde aprendi e cresci na maior Área Metropolitana do país. Nunca abdiquei de ter a minha carreira profissional», sublinha.

«São 12 anos de experiências profissionais vastas no sector privado, associativo e tecido social, com uma passagem também na função pública. Conheço a realidade do dia a dia dos portugueses, das famílias e dos portimonenses e isso é uma clara vantagem face a quem é político meramente por fins de carreirismo, sem conhecimento do mercado de trabalho e das dificuldades dos vários setores da economia nacional», aponta ainda o candidato e presidente cessante.

«Tenho consciência dessa virtude, que não abdico, de trabalhar sem depender da política e do que isso significa para servir melhor o PSD e os Portimonenses nestes próximos dois anos».

Sobre a recandidatura, «se hoje acredito, consciente e com demonstração de militância, que vivemos tempos de união e trabalho, também reconhecemos o empenho dos militantes em ultrapassar anos difíceis que colocaram em causa a relação social entre o partido e os portimonenses».

Quando «em inícios de 2018 diziam que o PSD de Portimão iria fechar portas, foram estas gentes que tiveram a força de nos recolocar no caminho da esperança e seriedade perante a cidade. Sem dívidas, que colocavam o bom nome do PSD em causa, com iniciativas, posições políticas seguras e assentes em estratégia para o município e com proximidade, nas ruas com roteiros feitos com os autarcas, e com os militantes através da interação da Comissão Política», lembra.

Hoje, «estamos um passo à frente, mas estou consciente que é preciso mais. Sou recandidato à presidência do PSD de Portimão porque ambiciono ainda mais para esta concelhia».

Embora «esteja consciente da honra de liderar, porventura, a estrutura política concelhia mais organizada, dinâmica e ativa em prestação de contas públicas de toda a região algarvia, não me é suficiente».

«Exijo e acredito que é possível continuar a liderar, em propostas políticas, sendo um dos únicos partidos que apresenta propostas alternativas às Grandes Opções do Plano (GOP) e aos Orçamentos Municipais de quem está no poder autárquico, em estratégia municipal e em vontade de militância em tornar a concelhia de Portimão cada vez mais a referência e o esteio de trabalho na região do Algarve», justifica.

«Sou recandidato à presidência do PSD de Portimão porque acredito que este processo está a meio, tendo sido iniciado com a eleição de 2018, e acredito que é com esta liderança que iremos fomentar, criar e apresentar um programa político municipal em que os portimonenses se revejam. Sou recandidato porque vivo com a ambição diária de fazer deste PSD de Portimão, desta estrutura que liderará o processo autárquico, a primeira equipa a vencer as eleições autárquicas em 2021».

«Sou recandidato à presidência do PSD de Portimão porque tenho a convicção de ser o militante de Portimão mais bem preparado para liderar a estrutura concelhia na formação do conjunto de portimonenses, com candidatos fortes e dedicados ao município, que irão liderar os cinco órgãos de poder local que irão a votos nas eleições autárquicas de 2021. Sou recandidato à presidência do PSD de Portimão porque a dedicação, pessoal e de grupo de trabalho, exige que continuemos a desenvolver e estruturar a concelhia, formando militantes e capacitando toda a estrutura de melhores virtudes para podermos trabalhar diariamente pelo concelho de Portimão», conclui.