Entre os Estados-membros, as maiores taxas de inflação foram registadas, em maio, na Roménia (5,8 por cento), Bélgica (4,9 por cento) e Croácia (4,3 por cento), com Portugal a registar a quinta maior (3,8 por cento).
A taxa de inflação homóloga da zona euro fixou-nos nos 2,6 por cento em maio, confirmou esta terça-feira o Eurostat, indicando que a da União Europeia ficou nos 2,7 por cento.
O serviço estatístico europeu confirmou esta terça-feira os dados da estimativa rápida que, no final de maio, apontavam uma subida da taxa de inflação homóloga dos países do euro, face aos 2,4 por cento em abril, tendo recuado na comparação com os 7,1 por cento de maio de 2023.
No conjunto dos 27 Estados-membros, a taxa de inflação foi de 2,7 por cento, que se compara com a de 2,6 por cento em abril e a de 7,1 por cento em maio de 2023.
A taxa de inflação subjacente (que exclui elementos mais voláteis como a energia e os alimentos não processados) avançou, na zona euro, para os 2,9 por cento (2,8 por cento em abril).
Entre os Estados-membros, as maiores taxas de inflação, medida pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), foram registadas, em maio, na Roménia (5,8 por cento), Bélgica (4,9 por cento) e Croácia (4,3 por cento), com Portugal a registar a quinta maior (3,8 por cento).
As menores taxas da inflação medida pelo IHPC observaram-se, por seu lado, na Letónia (0 por cento), na Finlândia (0,4 por cento) e em Itália (0,8 por cento).
Em abril, segundo o INE, a taxa de inflação em Portugal era de 2,2 por cento, tal como o barlavento noticiou.
Foto: Bruno Filipe Pires