Albufeira divulga vencedores do «Cores e Formas dos Nossos Artistas»

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Catarina Ramos, com a obra «Introspeção», Guilherme Limão com «Sonhar longe o Mundo» e Júlio Antão, com «Resiliência», são os vencedores da edição de 2020 do concurso «Cores e Formas dos Nossos Artistas».

Este é um certame de caráter bienal, organizado pela Câmara Municipal de Albufeira desde 1997, com o objetivo de promover e valorizar os artistas naturais ou residentes no concelho nas áreas da pintura, escultura e desenho.

Apesar da alteração das regras do concurso devido à Covid 19, que obrigou a que os participantes apenas pudessem candidatar-se com uma obra, ao invés de um mínimo de duas e o máximo de quatro das edições anteriores, a iniciativa foi bastante concorrida, tendo contado com a participação de 30 autores.

O júri do concurso «Cores e Formas dos Nossos Artistas», constituído por Rosa Trindade (pintora), Luís Nunes Alberto (artesão) e Rui Gregório (fotógrafo) reuniu, no passado dia 30 de junho, com vista a decidir sobre os vencedores e quais as menções honrosas a atribuir aos participantes da edição de 2020.

No final foi deliberado atribuir as seguintes classificações: 1º Prémio: «Introspeção», pintura, de Catarina Ramos; 2º Prémio: «Sonhar longe o Mundo», pintura, de Guilherme Limão (vencedor da edição de 2018); 3º Prémio: «Resiliência», escultura, de Júlio Antão.

Paralelamente foram atribuídas menções honrosas às obras «Fase Negra – A Fragilidade da Vida», pintura, de Sandra Caetano; «Silêncio do Mar», pintura, de Sílvia Guerreiro e «Quarentena», pintura, de Fernando Cardoso.

Refira-se que os três primeiros classificados serão distinguidos com prémios monetários no valor de 750 euros (1º prémio), 500 euros (2º prémio) e 250 euros (3º prémio), a ser entregues aquando da inauguração da Exposição, que está marcada para o próximo mês de agosto, na Galeria Municipal João Bailote, junto aos Paços do Concelho.

Para além das obras referidas, a exposição irá integrar os seguintes trabalhos selecionados pelo júri do concurso: «Com fragmentos da minha rua faz-se o todo», de Joaquim Veiga; «Sorrows», de Anabela Alambre; «Visões», de Maria Irene Carolas; «Interseções», de Fernanda Nogueira; «Seiva», de Sónia Guerreiro; «Nós», de Bruno Ceriz; «Busto», de Alberto Coudel; «Autobiografia de uma história», de Alexandre Siqueira; «A Solidão citadina», de André Varandas; «Em Busca da Paz do Mundo», de Sónia Fernandes; «9 200 000 Km2», de Hugo dos Santos; «É hora do chá», de Brian Mehl; «Flores Silvestres», de José Dâmaso; «Folhas Douradas», de Hans van Hoogdalem; «Paisagem Abstrata», de José Fernandes; «Dom Covid», de Luís Filipe Romão (Zorba); «Novo Horizonte», de Taras Panovyk; «Cerro do Malpique», de Sílvia Serapio; «Susana», de António Correia; «Algarve», de Rosa Barriga Vieira; «Entrelinhas», de Maria Bárbara Reis, «Sem-água», de Maria Zélia Ribeiro; «Clave de Sol», de Ana Luísa Soares, e «Reencontros», de Susana Gonçalves.

A exposição «Cores e Formas dos Nossos Artistas» irá estar patente ao público na Galeria Municipal João Bailote, de 14 de agosto a 19 de setembro.