A AORCA apresenta o espetáculo «Alice no País do Lixo», no Centro Cultural de Lagos, para o público em geral no dia 14 de junho, às 11h00, e para as as escolas nos dias 12 e 13 de junho.
«Alice no País do Lixo» trata-se de um espetáculo de Maria Clara Villa-Lobos para famílias, que irá tocar pessoas de todas as idades, tanto crianças quanto jovens e adultos.
Inspirado pelo criativo universo de Lewis Carroll em «Alice no País das Maravilhas, esta história contemporânea leva a uma viagem na qual, em vez de mergulhar na toca de um coelho, Alice mergulha num caixote de lixo e descobre que o mundo natural está agora muito comprometido.
«Esta peça combina várias perspetivas e, com humor e beleza artística, vem sensibilizar-nos acerca das consequências da sociedade de consumo, que nos leva a criar sempre mais e mais desperdício, causando a poluição dos nossos oceanos e espaços naturais e urbanos do mundo inteiro», lê-se na sinopse.
Produção de AORCA e XL Productions, no contexto do programa ARTE & AMBIENTE, «Alice no País do Lixo» foi concebido por Maria Clara Villa-Lobos e criado em conjunto com Sofia Brito, Marco Olival, Gil Batista, Leo Calvino e Joana Couto.
Ficha Artística e Técnica:
Direção Artística: Maria Clara Villa-Lobos;
Interpretação: Gil Batista, Joana Couto, Leo Calvino, Marco Olival e Sofia Brito;
Composição Musical: Max Vandervorst;
Cenografia: Isabelle Azaïs;
Desenho de luz: Gaspar Schelck;
Figurinos: Anne Ruellan;
Direção Técnica: João Fontinha;
Co-produção: AORCA, XL Produtions, Câmara Municipal de Lagos;
Apoios: República Portuguesa – Cultura / Direção – Geral das Artes, Programa de Apoio em Parceria – Arte e Ambiente e Turismo do Algarve; Parcerias: Junta de Freguesia de São Gonçalo, Associação Novas Descobertas, Quinta Vale da Lama, Associação de Dança de Lagos, Estúdios Victor Cordón, Messe Militar, Moldopoli e Frente e verso.
Sobre a AORCA:
AORCA é um coletivo cultural com missão de contribuir ativamente para a regeneração ambiental e social.
Atualmente reúne na direção artística Sofia Brito e Sara Martins, na produção Alicja Gladysz e Nela Tavares. Socialmente a sua fundação foi também inspirada pela ameaça que se vivia no Algarve, com a potencial exploração petrolífera na costa de Aljezur em 2017, ao reconhecemos a falta de sensibilização ecológica junto dos jovens e escolas.
A AORCA é, assim, uma estrutura de criação artística visionária para a sensibilização à observação crítica e informada da atualidade, o empoderamento à liberdade de pensamento, estimulando o poder cívico e dinamizando a criatividade pessoal e cooperação.
A associação aspira criar um movimento participativo juvenil, estimular a criação em dança contemporânea e artes associadas, contribuir para o desenvolvimento de novos públicos na região e criar pontes entre artistas e comunidades.
As atividades que desenvolvemos visam a sensibilização para a cidadania global, Educação para o Desenvolvimento Sustentável, ou seja, a arte enquanto motor de transformação social no sentido da prevenção e do combate às desigualdades sociais, do combate à discriminação, da promoção do sentido de bem comum, da inclusão, da interculturalidade, da justiça social, da regeneração, da solidariedade e da paz, tanto a nível local como a nível global.
A AORCA é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção – Geral das Artes e Câmara Municipal de Lagos.