Turismo no Algarve cresceu em abril

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Segundo dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística no Algarve registou um crescimento acentuado em abril, alicerçado na forte procura do destino pelo mercado interno.

Os principais indicadores mensais da hotelaria regional somaram cerca de 1,8 milhões de dormidas (+13,6 por cento do que no mesmo mês do ano anterior), 454 mil hóspedes (+16,3 por cento) e 85,7 milhões de euros (+19,2 por cento), crescendo muito acima da média nacional.

Em abril, as dormidas de residentes na região aumentaram para 364 mil, um incremento de 34,1 por cento, e as de não residentes aumentaram 9,3 por cento, correspondendo a 1,42 milhões de pernoitas.

O INE explica que estes resultados «foram influenciados pelo efeito do período de férias associado à Páscoa», que este ano ocorreu em meados de abril.

De janeiro a abril, registou-se um crescimento homólogo de 5,2 por cento nas dormidas totais, para um total de 4,17 milhões, com contributos positivos tanto dos residentes (+12,2 por cento), como de não residentes (+3,8 por cento).

Igualmente nos primeiros quatro meses do ano, o alojamento turístico algarvio registou 1 milhão de hóspedes (+10,3 por cento) e 181,6 milhões de euros de proveitos totais (+11,3 por cento).

Aeroporto de Faro

Dados da ANA – Aeroportos de Portugal indicam que no primeiro quadrimestre do ano, os movimentos do aeroporto de Faro cresceram 11,2 por cento, para 1,88 milhões de passageiros.

Entre janeiro e abril, Faro movimentou 855 mil passageiros do Reino Unido (+10,5 por cento), que consolida a posição de principal emissor de turistas para o Algarve, seguido da Alemanha, com 241,6 mil (um acréscimo de 17,5 por cento), e da França, com 175,8 mil (crescimento de 15,9 por cento).

Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA)

A principal associação de hotelaria do Algarve assinalou uma taxa de ocupação global média por quarto de 68,4 por cento em abril, 12,1 por cento acima do valor verificado em 2018.

Segundo a AHETA, os mercados que mais contribuíram para a subida verificada «foram o espanhol, o português e o britânico».